JÁ NÃO SOU
Já não sou um belo e encantado canário, agora não passo de um cão niilista e sarnento; já não sou aquarela em vários e diversificados quadros agora não passo de um cinza monocromático; já não mais um amante a qualquer flor ou andorinha adequando, porque de meus olhos se derramam silentes rios de dor e de saudade da flor enterrada; já não sou o gigante que outrora confrontava Nietzsche, Sartre, Shopenhauer e até Einstein, entre Outros, Agora nem os vermes como alguns que têm aparecido neste deserto aqui, deveriam perder sequer um segundo de seus tempos, pois eu escolhi ser nada no nada e não existir no pensar para não confrontar a minha própria pequenez, refletida em seus olhares e em suas palavras!
O MAR CHORA. A PLANÍCIE CHORA. MINHA ALMA CHORA!
Flor de inverno que outrora foi além-mar donde, após mais uma quebra de asas, devido a fracassadas ilusões fugazes, regressaste a casa, em nosso inverno pelos demais inabitável; agora já não anda, não voa, nem navega mais, deixando em dor e choro o grande mar, o céu azularado e o escuro pedaço de alma minha que apodrece naquela cabaninha eternamente abandonada!
O MAR AINDA LAMENTA TUA MORTE!
Suspensa na morte a flor de inverno verdadeira, segue seu passo em escuros onde não mais ___ brilham sóis, em caminhos aos quais não mais se plantam flores ou se andam chorando ou sorrindo, amando ou odiando, sonhando ___ ou caindo. em um apagamento sem paraísos, sem infernos e sem nada que seja sequer razoavelmente ___ previsível. Trêmulo nas últimas noites que me restam, eu me deito à sombra da lembrança daquela ___ outrora hiemal cabaninha, que fizemos para nos abrigar das insânias deste mundo, ___ esperando agora tão somente também o eterno fechar de minhas pálpebras, der onde correm ___ invisíveis rios intraquilos!
O MAR AINDA LAMENTA TUA MORTE!
Suspensa na morte a flor de inverno verdadeira, segue seu passo em escuros onde não mais ___ brilham sóis, em caminhos aos quais não mais se plantam flores ou se andam chorando ou sorrindo, amando ou odiando, sonhando ___ ou caindo. em um apagamento sem paraísos, sem infernos e sem nada que seja sequer razoavelmente ___ previsível. Trêmulo nas últimas noites que me restam, eu me deito à sombra da lembrança daquela ___ outrora hiemal cabaninha, que fizemos para nos abrigar das insânias deste mundo, ___ esperando agora tão somente também o eterno fechar de minhas pálpebras, der onde correm ___ invisíveis rios intraquilos!
INFÂNCIA QUE NUNCA MAIS VOLTA
... era boa a luz insipiente de minha perdida infância, era bom comer somente um pão com manteiga na janta, sem sabe por quê para quê ou como era assim; era bom o dezembro de outrora, em que o próprio ar se transfigurava em sonho, era bom o tranco no pequeno coração quando uma garota apenas se nos aproximava, eram bons e excepcionalmente extraordinários os toques dos inciciais orgasmos de minhas masturbações; era bom ler gibis, juntar figurinhas, deixar se encardir de macucos nos pés e nas canelas, sem nenhuma preocupação; as coisas começaram a piorar foi exatamente quando eu quis acender algum lampião!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*