HORA VAZIA VIII
... não houve lágrimas quando nos ___ separamos, para nos amparar, o mundo estava cheio de espetáculos ___ e de anjos; e tu gostavas, maqueavas-te, seduzia-os ___ e com eles fodia, e eu gostava de colocar o ego e o pau ___ em ação; dominamos as noites assim, sempre sabendo e nos descuidando para ___ o fato de que, um dia, era a noite que iria ___ nos engolir!
OS ZARATUSTRAS SAPIENS
Pobres de nós, sapiens mortais, que nos imaginamos voarmos como os mais ___ poderosos, ___ puros ___ e inconspurcos deuses, sem nos darmos conta de que nossas asas são inválidas e de que nossos olhos são cegos!
HÁ MOMENTOS EM QUE O SILÊNCIO E A ATITUDE DIZEM TUDO
Na delicadeza, na espiritualidade na sublimidade como no fervor, no rancor e no extremos desejo que às vezes se nos invade, convém deixarmos cessarem as vesanias e as palavras e aflorarem de modo intendo os sentimentos!
NÓS SOBREPUJAMOS O HUMANO!
Correm os amigos e as amantes quando estamos jogados às portas do inferno; com tantos tumores, como Ana, muitos, mas muitos espalharam por aí que tínhamos ambos morrido, esquecendo-se de eque o Eterno também é nosso pai: e eu estou aqui ainda a carregá-la na lembrança e na poesia!
NÃO APRENDERIAS NEM EM MIL VIDAS, NÉ?
A id e a vaidade dos soberbos literários, dos soberbos politicos, dos soberbos que usam em vão o Santo Nome, dos soberbos putos que se exibem em espetaculares performances nos teatros e nas camas; sim, a id e a vaidade, em qualquer de seus aspectos desejos carnais, por stauts ou por poder e glória é a passagem do sapiens em viagem direta ao centro do inferno!
SILENTES TORMENTAS
Em noites de silentes tormentas - sob o testemunho de uma multidão de estrelas que, amadas à escuridão, são traídas ao raiar de todo dia -; o niilista se escorre, com dor de mil lanças, à esferográfica surrada, tentando enterrar, entre as ferrugens das palavras, os terríveis fantasmas de seus próprios mortos.
ENGANOS
Enquanto o amor lhe era servido em lúdica bandeja de luzes, ele começou a a sorrir. E foi-se sorrindo assim, todo seguro de si - e mais e mais -, até que, de repente, enrubrou-se-lhe a face com a descoberta de uma pequena bruma entre a fluorescência. Então deu um cruciante grito de dor e caiu-se em doloroso e angustiante choro: havia percebido que nunca tinha tido o controle.
A GRANDE MANCHA
Que bela a marcha dos sapiens, em sublime e lúdica ___ existência, a esculpirem asas de liberdade com verbos ___ níveos; mas, se alguma voz se lhes vai contra, enrubram as clavas ___ em fúria, engendram com correntes de ouro a escravidão, e tingem de vermelho ___ o chão!
HORA VAZIA VI
Quando a hora
se veste de luto e se torna morta
como a própria amada
perdida,
nada mais
resta a fazer, senão tentar,
vã e enlouquecidamente, sobreviver ao abismo
e ao vazio que ficaram
em si mesmo!
HORA VAZIA VI
ávidos, desejamos, amamos e fodemos; soberbos, desejamos, buscamos e conquistamos; vaidosos, maqueamo-nos, transfiguramo-nos e colhemos os frutos de elogios em forma de verbais encantos; na hora certa, ao chão e à porta do inferno, iremos bater asas dolorosa e loucamente expirando!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*