Regina Maria de Souza Moraes

Regina Maria de Souza Moraes

n. 1951 BR BR

Às vezes a poesia brota e cresce dentro da alma. O jeito é colhê-la e lançá-la ao mundo!

n. 1951-01-23, Betim, MG

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Salmo

O amor que está em mim
É meu guia e meu conforto.

O amor que está em mim
Ilumina as trevas e afugenta meus temores.

O amor que está em mim
É minha força e faz tremer meus inimigos.

O amor que está em mim
Me alimenta e me conforta.

O amor que está em mim
Inunda-me com sua alegria e me faz cantar.

E, assim sendo, eu dou graças e digo aleluia
Pelo amor que está em mim.

Amém
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Poemas

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Salmo

O amor que está em mim
É meu guia e meu conforto.

O amor que está em mim
Ilumina as trevas e afugenta meus temores.

O amor que está em mim
É minha força e faz tremer meus inimigos.

O amor que está em mim
Me alimenta e me conforta.

O amor que está em mim
Inunda-me com sua alegria e me faz cantar.

E, assim sendo, eu dou graças e digo aleluia
Pelo amor que está em mim.

Amém
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Querer

Do reino da linguagem
Convoco o verbo querer
Transitivamente querendo
Meus complementos

Transitivamente te/me
vou completando

Quero querer
Quero teus braço
Quero meus abraços
Quero meus lances
Quero meus relances

Quero a vida
Quero a morte
Quero a saúde
Quero a doença
Quero a TV
Quero te ver
Quero o sabor
Quero o amor
Quero a dor
Quero ganhar
Quero perder
Quero me doar
Quero me danar
Quero a bomba
Quero a pomba
Quero o sorvete
Quero teu corpo
Quero teu beijo
Quero o suor
Quero o suave
Quero o quente
Quero o frio
Quero a noite
Quero o dia
Quero o dinheiro
Quero o poder
Quero o ser
Quero o não ser
Quero a fama
Quero a cama
Quero a fruta
Quero o sumo
Quero o resumo
Quero a praga
Quero a bênção
Quero a desgraça
Quero a paz
Quero gerar
Quero matar
Quero encontrar
Quero perder
Quero o bem
Quero o mal
Quero o santo
Quero o demônio
Quero Deus
Quero o Diabo.






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Desejo

Hoje eu quero o amor
e todas suas consequências.
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Meu lado de sombras

Sombras vagueiam em minha noite.
Causam sustos e matêm-me aos sobressaltos.

Preciso me defender.

Penso em facas.

Até em meter bala.

Falo alto para espantar o medo.

Essa única e derradeira sombra de mim mesm
o.
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Comentários (1)

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laurencio

identifiquei-me nos poemas mais estranhos, nem sei explicar.