Ricardo Santos de Souza

Ricardo Santos de Souza

n. 1978 BR BR

Autor dedicado a escrever sentimentos em versos. Escrevo algumas coisas, e quando você lê, elas ganham vida.

n. 1978-08-14, Bahia/residente de São Paulo, SP.

Perfil
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SÓ VOCÊ

É justo um sentimento ser tão nobre e cobiçado pelos pobres de espírito?

É uma imensa riqueza a que possuímos dentre os mortais, pois amamos e somos amados;

O que sentimos um pelo outro é raro porque é vivo, real e verdadeiro;

Você é a bela que me faz feliz, o seu amor é obra- prima e secundária porque me faz amar também;

É uma festa poder comemorar está data, hoje deveria ser feriado;

Você é o meu doce lado bom da vida;

Por vezes sofro calado com as nossas diferenças;

Eu me sacrifico muito para longe de ti não ficar;

Reconheço que minha vida só tem sentido com você.

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Poemas

3

Frases

Quem somos nós, sem à contribuição, o abraço, o respeito, a honestidade, os olhos nos olhos, os aplausos, o bom e velho diálogo e o amor do outro?


Colaborar, estender as mãos e poder ajudar o outro, limpa as veias do coração, alimenta o nosso espírito e engrandece o ser humano que existe em nós!


Eu, Você, uma brisa suave e as estrelas; nada mais importa!


A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou  até mesmo, um grande amor.

Mente pensante, focada e determinada demais no quesito amor, pode ser uma mente cansada, perturbada e ignorante.

No amor tudo pode! Desde que as duas partes se permitam.
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Uma brisa, uma doce lembrança


A brisa vinda do campo, o rio a frente e você descalça olhando pro nada com seu vestido de bolinhas e cabelo despenteado, essa imagem me traz uma saudade tão profunda; queria tanto te contar!
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Sincero

Os dias vão e vem, e o meu amor por ti continua ardendo, queimando o meu coração. O, o, o, o, o, o, o, sensação gostosa e ao mesmo tempo sufocante meu Deus, a de poder amar!. Não a música, mensagens ou fotos que curem o meu desejo de com você está. Estou aprisionado as lembranças, aos desejos e as emoções que vive ao teu lado, sou escravo da nossa convivência, das nossas conveniências e dos nossos calorosos afagos, em resumo; sou escravo dos nossos dias que moram no passado.
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