Ricardo Santos de Souza

Ricardo Santos de Souza

n. 1978 BR BR

Autor dedicado a escrever sentimentos em versos. Escrevo algumas coisas, e quando você lê, elas ganham vida.

n. 1978-08-14, Bahia/residente de São Paulo, SP.

Perfil
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VIVA A VIDA

Das ondas gigantes vistas de cima das

Montanhas em Nazaré, Portugal, a Ba-

Riloche, na Argentina com suas paisagens

Nevadas deslumbrantes, à milenar e im-

Ponente Muralha da China, vagam meus

Pensamentos de viajar, conhecer o mundo,

Navegar por oceanos profundos em busca da

Cultura universal presente em todos os povos,

Da riqueza do saber que mora nas esquinas,

No bate papo, na convivência, nos inúmeros

Pratos, fotografias, cheiro da terra, bares, livros,

Na música.

Viver é aprender diariamente. Viver bem é não

Ter dúvidas de que irar alcançar seus sonhos

É estar aonde quiser é conseguir o que desejou

É olhar para trás e dizer fiz tudo que planejei

Um dia.

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Poemas

4

Nasceu ali...

⁠Nas sombras da árvore da vida um casal acompanha o fim do por do sol,
a paixão é muito radical, muito explosiva, ela chega implorando por intensidade, implorando por profundidade,
anoiteceu, a partir dali nasceu unidade, nasceu um grande amor.
34

Ela e a Lua

⁠Entre o céu estrelado e o campo cheio de rosas uns ventos fofoqueiros me avisam sobre ela,
Chão pisado pelos pés descalços sem barulho, braços abertos como se fossem abraçar o mundo, sorrisos tímidos são trocados entre ela e as rosas,
aos beijos a recebo em forma de aplausos,
silêncio repentino, mãos apaixonadas se derretem entrelaçadas,
cortinas abertas, a Lua chegou.
21

Minha Maria

E quando você chegou com todo aquele brilho e energia,
com os olhares te aplaude,
com o coração dei gritos de felicidade,
noite perfeita, você é meu mundo.
21

Volta as horas relógio!

⁠Muita timidez e problemas respiratórios mal resolvidos regaram a minha infância, porém foi inevitável segurar a minha alegria de viver o intenso da vida inocente sem dívidas, cobranças e burocracias.

Na juventude o soberano, alto confiante, sabedor de tudo com o mínimo de experiências já era professor, galanteador, conhecedor das noitadas, bom de virar uns copos, o famosinho das resenhas entre amigos e nas bocas delas.

Volta relógio! Volta! Me deixa livre dessa herança hereditária de ser um adulto tão responsável, estou cansado de pedir remédios ao passado para aliviar a minha abstinência.

O tempo corre muito afoito, galopa apressado sem piedade do hoje, insiste a todo momento em buscar apoio e consolo nos braços do tão ansioso e inesperado futuro.
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