Rui Leite Castro

Rui Leite Castro

n. 1981 PT PT

n. 1981-09-03, Porto

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Amor


Foste naPrimavera,

A flor decalo leve e frágil,

Quebrou antesque amanhecera

Amor

Como Ventoentra,

de janela ajanela;

Varre entreparedes

nossaslembranças,

Quebra osvelhos passpartus

Despedaça cácusvelhos.

E deixa onosso espaço ao léu!

 

Perdemos oasserto,

disfrutamos aternura

daquelecabelo no ar,

n o conforto datêmpera lá fora.

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Poemas

3

Sozinho


Passaram horas e horas,

Foi um sono profundo esoube bem!

Volto às velhas tintas epenas

E escrevo o que na minhamente vai e vem.

 

As noites são passageiras,

E os dias de agora nãorefletem os rios audazes…

Agarrei a meia-noite sembagageira

Só sonhava pelas 24estrelas felizes.

 

Trabalhar como um danado,

Não me faz por si só viraro mundo.

Recordo a adolescência,

Ai vida que a ti teencerravas no próprio dia.

 

O amor entrava todos osdias pela janela

O sol, o vento, a chuva,abraçados em jeito de rebuçado,

Abriam portas sem pedirlicença, arrastavam minha vida em vermelho cheio pela tela,

Ah que tela desgovernada ade um Homem apaixonado.

 

O amor traz a pinturagarrida,

Agarra o nosso ser desdedentro

Revela-o sem fingimento,

E mesmo que aleije, hávida.

Que sem amor não serásentida,

E se eu não te sinto,então não te conheço!

 

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Tristeza

Não há musica mais tristeque o meu coração. Não há musica que o conforte e consiga deitar  para fora. Não há musica mais triste emelancólica que o meu coração.

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Amor


Foste naPrimavera,

A flor decalo leve e frágil,

Quebrou antesque amanhecera

Amor

Como Ventoentra,

de janela ajanela;

Varre entreparedes

nossaslembranças,

Quebra osvelhos passpartus

Despedaça cácusvelhos.

E deixa onosso espaço ao léu!

 

Perdemos oasserto,

disfrutamos aternura

daquelecabelo no ar,

n o conforto datêmpera lá fora.

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