sabrinab

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n. 2000 BR BR

Devaneio sobre ideias e ideais, na busca de encontrar ali, uma seta que indique o caminho que devo seguir.Não espero encontrar um propósito no trajeto da vida, a minha escrita fala mais por mim do que eu mesma, portanto, eu sou eu mesma nos meus versos

n. 2000-10-28, Porto Seguro

Perfil
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Estrada

Ao caminhar nessas estradas de chão, vem a saudosa lembrança do meu lar mas que de semelhante somente os caminhos sem asfalto. 
As árvores não dão sombra como as nossas e tão pouco é possível ouvir os cantos dos pássaros, e o barulho das águas do rio que corria entre as cidades só ouço na mente quando me recordo.
Entre as canções que toca no celular, escuto o nobre Cartola e submerso em uma nostalgia imensa, nesta estrada que percorro com o objetivo de me encontrar, acabo em desencontros com pequenas coisas que não dei o devido valor.
E por falar em saudade, na peregrinação que hoje faço com um vazio no peito, as noites se tornam mais longas que o normal, encontro na escrita um refugio para seguir na minha breve- longa caminhada
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Poemas

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Precipício

Dormindo pouco todos os dias, meu reflexo me lembra o que já não sou, a sensação de está cada vez mais incompleta me assombra. Permaneço inercia num sentimento de completo fracasso e o peso das minhas escolhas recai como escombros nas minhas costas.
Meus vícios que estavam guardados na gavetam retornam como um tsunami levando tudo consigo, e minha mente atordoada insiste em me mostrar um filme da minha vida.
Caminhando sobre calçada ouço uma voz sussurar, me atraindo cada vez mais em direção ao precipício, uma voz doce que me consola como um abraço de mãe, e por um segundo me recordo da sensação do amor materno.
A adrenalina que me percorria some, e sou tomada por uma calmaria , sentindo a brisa do vento que faz as folhas cairem, e ouço gritos de longe, e me desperto.
Uma gota salgada e fria escorre pelo meu rosto pálido, e talvez por um segundo, só por um segundo, me recordo da sensação boa que é está vivo.
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Estrada

Ao caminhar nessas estradas de chão, vem a saudosa lembrança do meu lar mas que de semelhante somente os caminhos sem asfalto. 
As árvores não dão sombra como as nossas e tão pouco é possível ouvir os cantos dos pássaros, e o barulho das águas do rio que corria entre as cidades só ouço na mente quando me recordo.
Entre as canções que toca no celular, escuto o nobre Cartola e submerso em uma nostalgia imensa, nesta estrada que percorro com o objetivo de me encontrar, acabo em desencontros com pequenas coisas que não dei o devido valor.
E por falar em saudade, na peregrinação que hoje faço com um vazio no peito, as noites se tornam mais longas que o normal, encontro na escrita um refugio para seguir na minha breve- longa caminhada
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