Sanjo Muchanga

Sanjo Muchanga

n. 1986 MZ MZ

Sanjo Muchanga, nascido aos 4 de Março de 1986, em Moçambique, província de Maputo, residente na Cidade de Maputo, Bacharel em Teologia Livre, Curso Literatura e Cinema, Administração de Recursos Humanos, Funcionário Público, Poeta e Escritor.

n. 1986-03-04, Cidade Maputo

Perfil
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Política e Filosofia



Eu sou anti –partidário de natureza

Não quero nem tão poucoprender

A minha consciência a favorda política.

Prefiro ser livre paraviver a crítica.

Aqueles que sãofiliados a partidos

São prisioneiros dosmesmos em ideias

Não tem visõescontrárias senão uniformes

Sob pena de seremchamados impostores.

Sanjo Muchanga

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Biografia
Sanjo Muchanga, nascido aos 4 de Março de 1986, em Moçambique, província de Maputo, residente na Cidade de Maputo, Bacharel em Teologia Livre, Curso Literatura e Cinema, Administração de Recursos Humanos, Funcionário Público, Poeta e Escritor, com participações em Antologias de Solar de Poetas, Som de Poetas, Palavras de Veludos, ALPAS…, Colectânea Horizonte, Colectâneas Leveza da Alma, o Mundo dos Sonhadores, Espaço de Poeta…, Revistas Literárias Trupe Reticências em Versos, Folhinha Poética, Entrementes, Soletras Revista de Ouro... Distinguido duas vezes pela Solar de Poetas e reconhecido com mérito pela Solar dos Poetas e Espaço de Poeta Jorge Guedes, certificado pela Sociedade Mundial de Poetas pela participação na colectânea Leveza da Alma, destacado pelos Poetas que Amam e Choram e duas vezes pela Academia Virtual de Letras e Artes e Cultura. Vencedor em 1º lugar do Concurso de Conto de Casino VegasMaster, vencedor em 1º lugar do Apogeu de Poético da AVL, Vencedor em 3º lugar do Concurso Literário da Casa de Cultura Brasil e Portugal de São Paulo, um dos 10 vencedores do Concurso de Poesia ICMA/CCFM, vencedor duas vezes em 3º lugar e uma vez em 2º Lugar no concurso mensal de Apogeu Poético da AVL, membro da Academia Virtual de Letras-AVL, concorrente do Prémio Miau 2017, concorrente do Prémio Fernando Leite Couto 2017. É Presidente e Membro criador do Movimento Literário Ensaísta Kamubukuane .

Poemas

6

Um Poema à Minha Mãe.


Mãe!Alguns vão me condenar

Outrosvão tentar me procurar

Sereiintimado pelos tribunais

Masantes disso acontecer, vou falar

Porquejá me sinto intimado pelo silêncio

Queme julga dia pois dia, mesmo calado

Esem direito a defesa me condena.

Mãe,lembra quando te falei da política

Dissee repito que todo o político é igual

Quantaspromessas receberam na campanha

Equal foi a resposta da vossa confiança

Umamúsica gravada periodicamente

Paravos cegarem a vista com diálogo.

Mãe,as promessas nascem a cada quinquenal

Parao nosso povo cego e analfabeto

Quemesmo injustiçado ainda aposta neles

Comoa mãe tem feito e me obriga a fazer.

Mãe,já leu as leis e decretos, são todos anais

Afectadospelas hemorróides ambiciosas

Parauma sociedade desenformada e pacifica

Naqual também faço parte infelizmente

Porqueescrevo, falo e nada vejo a mudar

Senãomortes e sequestros que assisto na Tv.

Mãe,hoje ao recordar as promessas chorou

Nãode emoção mas de dor e tristeza

Poisdói saber que no coração de alguém

Cabetodo o Mbique só teoricamente

Porquena prática, só cabe as riquezas do Mbique

Comotenho visto e assistido diariamente.

SanjoMuchanga

549

Filosofia Politica


O mundo político paramim é injusto quanto a sua acção

Pois preocupa-se muito maisna instrumentalização

Das pessoas que neleacredita a favor de outrem

Ou eu estou equivocadomas é a minha opinião pessoal.

Sanjo Muchanga

580

Política e Filosofia



Eu sou anti –partidário de natureza

Não quero nem tão poucoprender

A minha consciência a favorda política.

Prefiro ser livre paraviver a crítica.

Aqueles que sãofiliados a partidos

São prisioneiros dosmesmos em ideias

Não tem visõescontrárias senão uniformes

Sob pena de seremchamados impostores.

Sanjo Muchanga

545

Raciocino do Filosofo


Na política não existea sociedade civil

Apenas existe a falsidadedas pessoas

Porque todo o homemenquanto ser

É considerado políticopelas suas acções.

Sanjo Muchanga


561

Aos Incorporados de Gente

Aos Incorporados

Vaquiti, lhalelane moya ya Mbique

Terra de humildadedesconfortada

Pátria da paz ameaçadaanualmente

Pátio dos debates semprodutividade.

As vezes canto as saudades deontem

Das filas prolongadas nacooperativa

As horas do trabalho vigilanteno bairro

E das denúncias e renúncias dobanditismo.

Vaquiti, lhalelane moya ya Mbique

Terra dos conflitos armados malarrumados

Campo do crime organizado não desmantelado

Cinema de tráficos e sequestrosnão evitados

As vezes dizem que não temos apolicia

Senão vigilantes dos carros emlugares incertos

Ah… tem vergonha de içar abandeira a toa

Para celebrar o que acho quenão existe irmão.

SanjoMuchanga

725

Fofoqueira

Fofoqueira

Quando eu te amava

Fazia a serenata na hora

Em que o gato miava

No ritmo de tristeza

Cantava a tua saudade

E o teu sorriso na tela pintava

Com as cores vivas das aguarelas

O teu bailar em meu peito

Sufoca cada olhar meu na janela

A casa onde tatuaste

O teu amor ao vento

Ficou quebrado com o telhado

De sonhos meus...

SanjoMuchanga

587

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