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Sorriso Cinza

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Big Big diário .

Oque fazer quando sua casca mortal não suporta o multiverso que sua mente abriga? Afinal, os universos são sem fim, milhares de estrelas nascem a cada segundo, no vago silêncio há muito mais do oque se pode imaginar, o universo nunca para e enquanto você vai entrando cada vez mais fundo em suas galáxias, descobrindo suas camadas, percorrendo uma planície infinita de pensamentos, você percebe que sabe de tudo e ao mesmo tempo não sabe de nada no seu multiverso, o desespero se aloja em seu peito, seu corpo está cansado, “Mas porquê? Eu nem se quer me levantei da cama hoje.”, não, mas parece que você não dorme á dias, parece que está correndo sem parar, tentado encontrar uma saída para aquilo que é você. Eu sou tão nova... Olha para mim, vocês não conseguem ver, não é mesmo? Atrás do sorriso suave, das sardas temperadas, do cabelo levemente bagunçado, atrás de tudo isso ainda sou eu, a diferença é que estou perdida em mim mesma, sem saber quem sou eu, que belo trava-línguas. Uma vez uma pessoas muito doida me disse, “É se perdendo que se acha novos caminhos. “ , e isso faz sentido, o problema é sem sempre os novos caminhos tem um destino bom, se perda na sua própria mente te mostra quem você é, talvez você não goste, porque talvez o multiverso que usa mente abriga seja incontrolável, seja lindo e assustador e ninguém entende, nem você entende, então, o que você faz quando o seu corpo não suporta o multiverso que sua mente abriga? Você quebra a casca e o liberta ou morre tentando controlar e mudar o incontrolável você?
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Poemas

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Big Big diário .

Oque fazer quando sua casca mortal não suporta o multiverso que sua mente abriga? Afinal, os universos são sem fim, milhares de estrelas nascem a cada segundo, no vago silêncio há muito mais do oque se pode imaginar, o universo nunca para e enquanto você vai entrando cada vez mais fundo em suas galáxias, descobrindo suas camadas, percorrendo uma planície infinita de pensamentos, você percebe que sabe de tudo e ao mesmo tempo não sabe de nada no seu multiverso, o desespero se aloja em seu peito, seu corpo está cansado, “Mas porquê? Eu nem se quer me levantei da cama hoje.”, não, mas parece que você não dorme á dias, parece que está correndo sem parar, tentado encontrar uma saída para aquilo que é você. Eu sou tão nova... Olha para mim, vocês não conseguem ver, não é mesmo? Atrás do sorriso suave, das sardas temperadas, do cabelo levemente bagunçado, atrás de tudo isso ainda sou eu, a diferença é que estou perdida em mim mesma, sem saber quem sou eu, que belo trava-línguas. Uma vez uma pessoas muito doida me disse, “É se perdendo que se acha novos caminhos. “ , e isso faz sentido, o problema é sem sempre os novos caminhos tem um destino bom, se perda na sua própria mente te mostra quem você é, talvez você não goste, porque talvez o multiverso que usa mente abriga seja incontrolável, seja lindo e assustador e ninguém entende, nem você entende, então, o que você faz quando o seu corpo não suporta o multiverso que sua mente abriga? Você quebra a casca e o liberta ou morre tentando controlar e mudar o incontrolável você?
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Você está tão lonje...

Ainda há feridas no meu coração, eu o deixei indefeso, o deixei exposto, o deixei venerável, a ideia de alguém gosta de verdade de mim parece algo impossível e a posibilidade de isso de alguma forma ser reciproco me deixa feliz e ao mesmo tempo triste, com medo, medo de não ser real, eu me apaixonei um vez, e ainda doí, mas de alguma forma você consegui... E se isso for real? Oque eu devo fazer? Eu não entendo, eu não entendo como alguém faz os problemas me saírem a cabeça. E pra ser sincera, eu me apego rápido as pessoas, isso machuca quando elas vão embora como se nada tivesse acontecido. Minha cabeça é um poço sem fundo e você me faz esquecer eu estou caindo. Eu não sei o que é o amor, mas eu já senti, e sinto. Talvez isso soe grosseiro e alguma forma, mas por favor...Se não tive certeza, se estiver confuso, apenas me diga, meu coração já foi partido e está se curando aos poucos, não o magoe.
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Só imagine.



                                  Imagine, seu corpo sem força, sua boca tampada, seus olhos cheios de lagrimas, o desespero trasbordando por cada centímetro do seu ser, suas penas tremem de pavor, suas mãos amarradas sangram tentando se soltar, seus gritos de socorro sendo abafados, não adianta pedir por piedade, não adianta gritar, ninguém vai ouvir, não adianta implorar para que não o faça, “Por favor me mate!” isso seria menos doloroso, mas é o fim... Você nunca mais vai esquecer, como viver com tamanha dor? A morte seria um luxo.

Não importa o que eu escreva, qualquer coisa que você imaginar não vai chegar aos pés.

 

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Amarelinha

E novamente me pegou viajando nas memorias, brincado de amarelinha nas lapides dos momentos bons que se foram, de pés descalços correndo na lama, brincando na chuva... esse cheiro de terra molhada, esse vento no rosto, meus pés estão machucados, há cacos no cemiterio de lembranças, dores mau resolvidas, mesmo assim ainda há espença
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Tempo de que?

Oque dizer? Mais um ano chega ao fim, emoções, emoções, não se pode definir 365 dias em uma palavra. O tempo é algo tão complexo, complexo de se ohar, complexo de se medir, complexo de se viver, complexo de se enteder, apezar de tudo é só mais uma dia, em que o desejo de se reenvenrtar grita mais forte!
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