talvanis_henrique

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DesConstrução

Quero um pouco de verso para construir meu sonho.
Darei meu universo completamente medonho.
Assim começaremos a edificar os nossos momentos.

Dá-me um pouco de brisa pra afrescar o meu rosto
Que te dou um muito dos meus lábios em teu corpo
E também frescor para refrescar a pureza da tua’lma.

Calma, ainda não violentei a tua inocência!
A vontade está oculta em minha incoerência
E o querer rebocado com certa imperícia.

Nada de transas fictícias ou de faz de conta.
Quero você toda nua; extremamente pronta;
Preparada total/exclusivamente para mim.

Quero sufocar tua alma com beijos lascivos.
Depois do êxtase, teu corpo puramente vivo,
Para eu poder te amar mais do que o infinito.

E assim, finalizaremos, de fato, nossa construção,
Quando eu serei sacrificado como um ladrão
Que se apoderou de toda tua íntima pureza!

Que beleza... aqui se faz e nada se propaga!
Então tome milhões de beijos como uma praga
De um construtor que te amará eternamente!

 

Carmópolis/SE, 15/09/18 – Professor Talvanis Henrique

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Poemas

2

Enquanto o beijo não finda

Ainda que o tempo passe
Ainda que o amor não dure
Dou de graça a outra face
Para que o beijo perdure

Enquanto o beijo não cessa
O laço não está quebrado
Na minha mente uma festa
Pelo fim não completado

Enquanto as bocas coladas
Teimam em não se despedir
As mãos ficam alvoroçadas
Forçando-nos nos despir

 Enquanto mino a vontade
Que você tem de partir
Beijamo-nos já com saudade
mamo-nos antes de ir

 Enquanto nós na parede
Somamos   um corpo só
Enquanto nós numa rede
Olhando o nascer do sol

 E quando tudo se acaba
Em sussurro de promessa
A vontade de ficar salva
E tudo, tudo se recomeça

Carmópolis/SE, 18/09/18 – 13:31

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DesConstrução

Quero um pouco de verso para construir meu sonho.
Darei meu universo completamente medonho.
Assim começaremos a edificar os nossos momentos.

Dá-me um pouco de brisa pra afrescar o meu rosto
Que te dou um muito dos meus lábios em teu corpo
E também frescor para refrescar a pureza da tua’lma.

Calma, ainda não violentei a tua inocência!
A vontade está oculta em minha incoerência
E o querer rebocado com certa imperícia.

Nada de transas fictícias ou de faz de conta.
Quero você toda nua; extremamente pronta;
Preparada total/exclusivamente para mim.

Quero sufocar tua alma com beijos lascivos.
Depois do êxtase, teu corpo puramente vivo,
Para eu poder te amar mais do que o infinito.

E assim, finalizaremos, de fato, nossa construção,
Quando eu serei sacrificado como um ladrão
Que se apoderou de toda tua íntima pureza!

Que beleza... aqui se faz e nada se propaga!
Então tome milhões de beijos como uma praga
De um construtor que te amará eternamente!

 

Carmópolis/SE, 15/09/18 – Professor Talvanis Henrique

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