Teka Castro

Teka Castro

n. 1967 BR BR

Escritora desde a tenra idade. Formada em Química. Professora aposentada. Ambientalista e Espiritualista https://payhip.com/b/cbD2K copie link acima de ebook a venda.

n. 1967-06-30, São Paulo

Perfil
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Uma nova etapa da Terra

Uma nova etapa da Terra

A Terra em 2020,
Teve uma parada
A Natureza de tanto o Homem a matá-la, ficou irritada.
De repente, centros comerciais,
Não mais aglomeraram de negócios.
E, os sócios do capitalismo se afundaram em dívidas,
Perderam vidas,
Foram vítimas.
Agora, numa nova etapa,
A Terra começa a girar novamente e, num repente,
Deixou pessoas como do Green Peace, WWF e outras como eu,
Mais alertas ao que o Planeta nos dá.
Não adianta só matar,
Os mares explorar até o centro da Terra,
Não é o óleo fóssil que nos proverá alimentos.
Lamento, ser dura,
Mas, temos que saber a Terra,
Vivenciará novas etapas, novos rumos.
Muitas vezes parece que andaremos
Como nos primórdios tempos,
Mas, lembremos que DEUS é Um Só.
E, que tudo Criou.
E, não adianta o Homem ir contra a Criação Divina,
Pois, terá consequências maiores,
Já vimos isso agora,
"Pragas", manisfesto de insetos,
Mares aumentando todos os dias,
Pelas queimas que fazemos, E, as chuvas que não vem,
Trazem ao Homem,
Sofrimento também.
Então, agora é agradecer por 2020,
E, buscar ser consciente,
Ir em busca de tecnologias,
Que não matam vidas de Crianças na África,
Ou em outra parte do mundo.
Ir em busca de valores,
De alegrias, de bênçãos.
Deus jamais foi contra às Ciências,
Mas, cientistas , não devem jamais brincar de Deus.
Pois, acarretará um caos ao Planeta que nos sustenta a Vida.
Ouçamos as vozes dos Indígenas,
Ouçamos as vozes das Florestas,
Ouçamos o coração de uma maneira encontrar verdadeira a nós próprios.
E, lembrar que Todo Planeta,
Precisa da União,
Do Ser Humano, dos Vegetais e outros animais,
Sem contar do reino Mineral,
Que nos fornece a Água,
Vida e com qualidade.
E, nós, seres humanos, que matamos tudo isso.
Por isso, em nome de Deus,
Respeite a Natureza.
A vida florescerá com certeza.

Manuscrita em 13 de agosto de 2020.
Hoje 16/8/2020, transcrita para esse site.
Que possamos cuidar da Natureza, como diz Greta, que é uma pequena grande ativista, não façamos como nosso ministro, ri por uma vasta região da Amazônia , que estava sendo devastada por homens de forma ilegal.

Ofereço a todos os ambientalistas pacíficos do Planeta, Luisa Mell, para Greta, para o Papa Francisco, que é Químico e Franciscano, para todas as crianças nascidas em 2020, para nós professores, que estamos tendo no mundo todo um super papel, mesmo com aulas remotas, e por todos nossos alunos.
In memoriam não dos números, mas das vítimas fatais pelo Covid-19, e por suas famílias.
A Deus e a Natureza.

São Paulo, 16 de agosto de 2020.
13h e 34min.
Ler poema completo
Biografia
Escritora desde a tenra idade. Formada em Química. Leciona na SEESP desde 1988. Casada. Mãe de 3 lindos anjos: Alexia Cristina, Emmanuel e Anna Clara. 2 estão com Papai do Céu: Gabriel, gêmeo da Alexia Cristina e Aryel, aborto espontâneo. Participante de várias antologias literárias. Acadêmica da ALPAS 21, ALUBRA e Núcleo Acadêmico de Lisboa. Professora da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos. Sul 1. Ama ambas profissões.

Poemas

3

Não sou surdo


Você grita em minha casa de oração
Pede com as mãos levantadas
E, muitas vezes dás o que não tens aos homens,
Que se dizem pastores, servos de Deus.
Você grita, lamenta, usa saias longas,
Não corta os cabelos,
E, o homem, num apelo,
Se acha no direito de mandar em ti.
Você que ora sem verdadeira intenção,
Saiba que minha casa,
Não é o templo repleto de ouro,
Com tesouros ocultos,
Ou um sepulcro em terra que se diz santa.
Minha casa, é o coração e a mente humana,
Que muitas vezes me joga fora,
Deixando as vaidades entrarem,
E eu então, bato à porta novamente.
Hoje, na era contemporânea,
Tanta gente se engana,
Novamente a torre de Babel,
Não sou surdo.
Para te ouvir,
Basta silenciar tua voz, e abrir teu coração,
Deixe-me adentrar e explorar tua alma,
Fazer reconhecer tuas culpas,
Saber fazer pedi desculpas e encontrar a Paz.
Não sou surdo,
E amo o que criei,
Só que vejo você tudo destruir,
Construir arranha-céus
E encontrar-me num lugar fechado, não!
Estou ao teu lado,
Nos rios, mares, nos ares, na relva,
Na selva, na vida que o homem moderno mata.
Então, feche os olhos e escuta teu coração,
Essa é a minha comunhão.

Tereza Cristina G Castro.
Poesia manuscrita em 2/1/2018.
Hoje dia 12/1/18, transcrita para com exclusividade para Escritas.org
Paz e bem.


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ABC

ABC
A todos professores alfabetizadores do Brasil e do mundo.
Aprender a ler e escrever
É, um bem que todos devemos ter.
Saber ser alfabetizado
Nesse mundo onde com o diabo se faz contratos.
Saber diagnosticar as linhas abaixo,
Identificar letrinhas miúdas
E, compreender um pouco de tudo,
Isso muda o mundo.
Agradecer ao alfabetizador
Que te ensinou a ler e escrever,
No ABC da vida construir pontes
Para derrubares muros,
E, teres no futuro a certeza de vencer.
Contudo é possível aprender
De forma antiga, prestativa,
O ABC, pois te proverá além do ser, o ter.
Aprendendo escrever,
Transcrever o que se lê em bastão,
Para tua própria escrita de mão.
Conhecer a Vida,
Compreender melhor a Bíblia,
E, só aprender corretamente o ABC,
E, agradecer a quem te ensinou,
E, eu não esqueço as "tias" Marisa e Mariângela,
Do Instituto Costa Braga,
Que aos 5 anos me ensinaram e hoje agradeço pelo fato
De minha escrita, de minha Vida.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro

Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro, filha de portugueses: Deonilde e Francisco, formada em Química, pela: Faculdades Integradas Ibirapuera. Escreve desde a tenra idade, possui vários manuscritos, como Rosa Branca, e assina como Téka Castro. Casada há 2 décadas com Eduardo Riveiro Castro, mãe de Alexia Cristina(bailarina), Emmanuel e Anna Clara. Professora na SEESP, na Escola Estadual Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos, titular de Química.
Téka Castro numa noite de autógrafos Antologia  Conte Outra Vez.
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Saber viver atualmente

De repente aqui estou, compondo o próprio vício,
Meu ofício se faz necessário,
Mas, no quesito reconhecimento, torna-se muito caro.
Sou simples aprendiz, embora com meio século de existência,
Tem horas que não vivo mas de paciência.
O tempo que sucumbo e afundo em meus dizeres.
Sou afetada pela falta do salário correto,
E, no concreto, ao escrever, gasto fosfato,
Mas, de fato nada ganho em vinténs.
Sou uma poetiza que vai além de si própria.
Com a concepção castroalvista de ter e ver a Justiça nos dias em que vivo.
Porém, como Castro Alves, que falava dos Navios Negreiros,
Estamos, como diria Cazuza, "Agenor Araújo", vivemos num puteiro.
A vida do brasileiro cada vez pior,
E, um sarrista na presidência,
Querendo afundar ainda mais a previdência.
Pois, eu nunca roubei,
Mas, sei que nossos políticos furtam na cara larga,
E, são aplaudidos por aí.
Já nem sei como viver.
Empréstimos e mais empréstimos, e a depressão que cisma em agir.
O tempo, que passa e eu aqui,
Sucumbindo como muitos,
E, vendo que só e somente Deus para confiar,
Pois, os homens que se dizem de Deus, estão também a roubar.
Enfim, temos que saber viver e sobreviver nos dias atuais.
Para nossa consciência viver em paz.

São Paulo, 10 de Janeiro de 2018.
Tereza Cristina G Castro.
9:39h. Dia com sol entre as nuvens.
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