Valquiria Imperiano

Valquiria Imperiano

n. 1953 BR BR

É jornalista, formada em Letras pela Faculdade de Ciências e Letras de Mandaguari. Lecionou língua portuguesa para estrangeiro em Genebra; é jornalista, redatora da Revue Artplus Impressa na Suíça e redatora da Revue Cultive.

n. 1953-11-18, João Pessoa

Perfil
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ESCREVENDO COMO O VENTO

LIvro: O jardim da Consciência, pag 102, isbn 9782970124559      

Havia um arco íris,

Ele continha todas as cores conhecidas.

Cada cor tinha um calor diferente,

Cada calor significava o valor de uma presença.

Estava esperando 

E me pergunto,

Esperando o quê?

Se tudo passaria rápido!

Sem tropeços seria levada como um fardo,

Mas não sou fardo, sou gente

E posso ficar aqui esperando a vida toda sem pensar.

Será que tudo, um dia, será o nada imaginado por tantos? 

Como são as coisas depois?

Não sei, nada sabemos!

Os segredo estão atrás das esferas.

Viajando num mundo distante, desconhecido,

Sem chegar aos objetivos por nós definidos...

Como o tempo passa devagar!

Como realizar coisas irrealizáveis?

Eu fico aqui esperando tudo se resolver

Sem acreditar que talvez eu seja

Ela, a pessoa inadequada.

Em volta de mim vejo árvores de cores exuberantes,

Brilhantes,

Inexplicáveis, nunca vistas antes e

Desconhecidas dos olhos humanos... 

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Biografia
Valquiria Imperiano Biografia Nome de casada Valquiria Guillemin, nasceu em João Pessoa, Paraíba – Brasil. Naturalizada Suíça e mora em Genebra desde 1997. É jornalista, formada em Letras pela Faculdade de Ciências e Letras de Mandaguari - Paraná, fez aperfeiçoamento de redação e estruturação da língua portuguesa e reingressou na faculdade de letras francês na UFSC- Florianópolis e continuou o curso de francês em Genebra. Foi secretaria e orientadora educacional no jardim de infância dra. Renata em Mandaguari – Paraná. Lecionou língua Portuguesa em escolas públicas e privadas em Florianópolis – SC. Lecionou língua portuguesa para estrangeiro em Genebra; é jornalista, redatora da Revue Artplus Impressa na Suíça e redatora da Revue Cultive. Afiliações Acadêmica da Academia Internacional da União Cultural, Academia de Letras Juvenal Galeno em Fortaleza - ALJUG, Academia de Letras e Artes de Fortaleza - ALAF e Academia de Letras dos Municípios do Ceará - ALMECE, Associação Portuguesa de Poetas em Lisboa - APP, Civil Society European of Phine Arts, Membro da UBE – Pernambuco. Cargos de direção Eleita em 2019 Diretora de Intercâmbio Internacional da União Brasileira de Escritores- UBE; - presidente do Lyceum International Club de Genebra - sessão letras; Presidente du Cercle des Poètes et Écrivains Luso Suisse da Literarte; diretora da Revue Artplus impressa na Suíça e Diretora/redatora da Revue Cultive on line. Empreendorismo Fundadora e presidente da Association Cultive Art Littérature et Solidarité em Genebra - associação cultural filantrópica. Em 2016 criou a REVUE CULTIVE on-line e a Editora Cultive. Projetos culturais A Caravana Cultural Cultive que em 2018 visitou 5 cidades do Nordeste, FECCAN (Festival Cultural Cultive) ; Encontro Internacional de Autores no Salão do Livro de Genebra desde 2017, Cultive em Luxembourg 2017, Caravana Cultural Internacional Europeia 2019; Concurso Cultive de Literatura desde 2017, Concurso Cultive de Literatura Infantil, CCBS - Cultive Intercambio Cultural Brasil/ Suíça, Antologia Cultive, Exposição Imagem Poética Cultive no Consulado Geral do Brasil em Genebra em 2019;. Projetos filantrópicos Campanha da Felicidade (campanha cultural e humanitária no Brasil) realizada em Camurupim - Paraíba- Brasil; Prêmios: Prêmio Caruaru 2018, Comenda de Cheverny 2017, Melhores poeta do Ano de 2012, Prêmio Mil Poemas para Gonçalves Dias, Ser Brasileiro (Noruega) 2014, Troféu Imprensa Sem Fronteira de literatura 2016. Prêmio Mérito Cultural do Jornal sem Fronteiras em 2017, Prêmio Editora Pragmata 2016, Prêmio de Honra e reconhecimento a melhor do ano 2017 pela Societé Civil Européen de Beaux Arts ; Diploma de mérito no 5° Encontro Internacional de Culturas Lusófonas 2019, Prêmio Acima 2015, Prêmio de Excelência literária – Rebra 2015, Selo de Reconhecimento Juvenal Galeno 2019 com base no ato institucional n° 006 de 20 de fevereiro 2016. Artista plástica: Realizou exposições de arte coletivas e individuais na sua Galeria Imperiano em Genebra de 2006 a 2011; Exposições em Genebra, Londres, Noruega, EUA, Brasil, Itália, Liechteinstein, Carrousel du Louvre Paris, Luxembourg, Espanha, Brasil; Livros publicados: Espelho meu Espelho – poesia; Navegando em Ondas Altas – poesia; Le livre des Petits Mots – poesias e pensamentos (português e francês); Cofre aberto – poesia; O rosa e o Azul- contos e crônicas; Southend on the sea - livro de arte; Aimez les Animaux du Brésil – infantil (Português e francês); o Jardim da Consciência (contos) e Sourir e LeoLeão (infantil). Participação em mais de 40 antologias.

Poemas

2

ESCREVENDO COMO O VENTO

LIvro: O jardim da Consciência, pag 102, isbn 9782970124559      

Havia um arco íris,

Ele continha todas as cores conhecidas.

Cada cor tinha um calor diferente,

Cada calor significava o valor de uma presença.

Estava esperando 

E me pergunto,

Esperando o quê?

Se tudo passaria rápido!

Sem tropeços seria levada como um fardo,

Mas não sou fardo, sou gente

E posso ficar aqui esperando a vida toda sem pensar.

Será que tudo, um dia, será o nada imaginado por tantos? 

Como são as coisas depois?

Não sei, nada sabemos!

Os segredo estão atrás das esferas.

Viajando num mundo distante, desconhecido,

Sem chegar aos objetivos por nós definidos...

Como o tempo passa devagar!

Como realizar coisas irrealizáveis?

Eu fico aqui esperando tudo se resolver

Sem acreditar que talvez eu seja

Ela, a pessoa inadequada.

Em volta de mim vejo árvores de cores exuberantes,

Brilhantes,

Inexplicáveis, nunca vistas antes e

Desconhecidas dos olhos humanos... 

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Luto ( publicado no livro O jardim da Consciência pag 134, edições Cultive, Isbn 9782970124559)



Os amigos que se foram no presente não voltam mais.

Choramos a saudade escondidos,

Sofremos seus corpos mortais,

Lamentamos seus sonhos não acontecidos.

Bons votos desejamos anuais,

Embora sabemos o que não é querido.

A morte nos leva a todos indefinidos.

Nem choro, nem lamentos emitidos

Evitam aquilo que está escrito.

Pensamos que somos eternos,

Desaparecer é quase impossível

Quase, seja bem entendido!

O corpo, certo, será comido,

Mas ficamos, no quase, adormecidos,

Presentes na lembranças dos entes queridos

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