Victoria C.

Victoria C.

n. 1998 BR BR

n. 1998-11-14, Brasil

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Insigne paixão

O perfume que as flores exalam
não se compara com o teu.
Nem o sol, nem a lua e nem as estrelas
brilham mais que os teus olhos castanhos.

Queria eu poder acariciar o teu corpo,
Desnudar a tua alma
E te fazer só meu;
eu que já sou tua
Enquanto vejo as constelações reluzirem em teus olhos.
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Poemas

3

Devaneios melancólicos

Queria eu poder te esquecer;
logo eu que jurei nunca mais
cair nessa história de paixão,
deparei-me com os teus brilhantes olhos castanhos.

E agora vivo a exaltar o teu sorriso,
procurando encontrar um modo
de poder me encaixar no teu abraço;
poder tocar a tua pele albina e sentir a tua alma,
mas tudo o que eu posso ter são sonhos
em que você caminha ao meu lado
e faz-me sentir o sabor dos teus lábios.
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Ávida paixão

O amor faminto não obedece a distância;
e anseia por quem sacia sua paixão.
Ainda que eu fique longe de você
os meus pensamentos continuam teu.

E no triste e rigoroso inverno eu clamo

pelo seu calor; ligeiro deveria ser o tempo
quando você está além de mim
As estrelas de nada adiantam;
quando não tenho os teus olhos
para iluminar-me.
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Inefável amor

Tu és o único para mim que se assemelha
ao brilho dos astros.
A tua existência é a mais sublime das criações
e as singelas orações que ecoam da
tua boca soam como cânticos para os meus
ouvidos.

Mas agora da doçura dos teus lábios só
restaram lembranças.
E dos teus olhos a melancolia;
A pureza que eu encontrava nas tuas palavras
foram perdidas
Enquanto a tua ausência sustenta a minha saudade.
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