Wendel Jacinto da Silva

Wendel Jacinto da Silva

n. 1983 BR BR

Wendel Jacinto, poeta, escritor e pesquisador de linguística e filologia.

n. 1983-03-01, Rio de Janeiro

Perfil
1 292 Visualizações

Silêncio da solidão

Silêncio entrelaça solidão
Vagando horas a fio
Noite e dia reinando
Concedendo as sapatilhas d'alma
Andarilho sem rumo
Vagando sob o estrelar
Só ouvindo o silêncio
Apenas vendo o vazio
Sentindo frio nos ossos
Congelando o relógio
Os ponteiros vagarosos
Que num piscar completa o ciclo
Ao som do silencioso vento frio
Às portas adentrando
Em núpcias com a solidão
Gerando o tédio do vazio
Levando ao desconhecido
Um caminho de pedras e lama
Tropeçadas na palpável escuridão
D'um dia cinzento e silencioso
Em fria nevoa, apenas, caminhando
Sozinho em seu silêncio
Ao som da congelada batida do coração
Segue o moribundo solitário
Em suas lágrimas secas e congeladas
Mascara a peça de sua vida
Sozinho no palco
E o teatro vazio
Sem luzes ou som
Apenas o monólogo
Do ator andarilho moribundo
Encenando sua solidão
Em último ato sua vazia alma
Encenada num teatro vazio.
Ler poema completo

Poemas

2

Silêncio da solidão

Silêncio entrelaça solidão
Vagando horas a fio
Noite e dia reinando
Concedendo as sapatilhas d'alma
Andarilho sem rumo
Vagando sob o estrelar
Só ouvindo o silêncio
Apenas vendo o vazio
Sentindo frio nos ossos
Congelando o relógio
Os ponteiros vagarosos
Que num piscar completa o ciclo
Ao som do silencioso vento frio
Às portas adentrando
Em núpcias com a solidão
Gerando o tédio do vazio
Levando ao desconhecido
Um caminho de pedras e lama
Tropeçadas na palpável escuridão
D'um dia cinzento e silencioso
Em fria nevoa, apenas, caminhando
Sozinho em seu silêncio
Ao som da congelada batida do coração
Segue o moribundo solitário
Em suas lágrimas secas e congeladas
Mascara a peça de sua vida
Sozinho no palco
E o teatro vazio
Sem luzes ou som
Apenas o monólogo
Do ator andarilho moribundo
Encenando sua solidão
Em último ato sua vazia alma
Encenada num teatro vazio.
146

Confraria póstuma

À confraria, a imortalidade
Aos confrades, irmandade
Imortalidade aos versos
Aos irmãos, textos eternos
Versos em vida ou póstumos 
Unem vidas, esperanças e fé
Fé na esperança no recitado
Inalado, respirado, ..., vivo
Confrades à imortalidade
Fraternidade em liberdade
Póstumos em igualdade
Irmãos às portas livreiro
Em suas mãos o universo
Liberdade em fraterna igualdade.
150

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.