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Poemas publicados

Celso Ciampi
Celso Ciampi

OLHA A BAIXARIA!

Então, tá, vou embora. Não bata a porta! Talvez eu volte amanhã, Pode ser até agora. Estou triste e acabado, Ao mesmo tempo feliz, Deixo nessa casa o meu legado, Daquilo que nã…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Estar ou não

Aí estás, mas não de todo tu te dás como sempre aos poucos nunca aberta de todo como se fosses um leque em dia de verão caudaloso ou mais crítico, sim, aqui estás mais perto e m…

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Sibelly Siquerdss
Sibelly Siquerdss

Mesma casa móveis diferentes

Não somos os mesmos, não compartilhamos dos mesmos anseios, nem no toque e nem nos beijos. Eu muito te beijava enquanto você reclamava e dizia que com aquele amor não se acostu…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

De se ouvir

De tanto ouvir afastar-se de si o espanto, a pessoa some por trás das construções em linha reta, apontando para as nuvens de sua psicologia, pois eis que nada fica impune ou des…

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AurelioAquino
AurelioAquino

Verbos

o poema indumentária veste o poeta de palavra verbo tecido lírica montagem rastros da vida e suas margens o poeta em suas páginas declama a si vozes da alma o poema veste a vida…

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AurelioAquino
AurelioAquino

Íntima oficina

o poema flagra a consciência ritmo da fala que consente picha palavras paredes da mente subversiva ação impunemente o poeta oficina interna exercita em si a usina de verbos

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Tsunamidesaudade63
Tsunamidesaudade63

"Eu sem ti"

Sem ti sou um barco á deriva em alto mar, sou um campo árido, dificil de cultivar onde não existe uma só flor. Sou a onda que vai e vem sem destino que transporta tristeza e…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Mimetismo

Fique sem flectir os joelhos sem dobrar os cotovelhos não expor nada: soluços risos riscos lágrimas epilepsia e não ponhas o sexo onde não o possas mais alcançar, lembra que o p…

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AurelioAquino
AurelioAquino

Passagens

entre o tempo e a alma gravita o desejo essa ânsia humana de tardar o cedo intrínseca razao em seus enredos entre a alma e o mundo transita o sentimento de quem como humano ao s…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Esperando o amanhecer

O povo, em sua infinita e crescente picardia, diz que quem vê cara não vê coração. Baseado nisso, lembrei-me que na feira de rua no bairro Buritis, certa vez alguém me pediu fog…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

ROMPER

A palavra plágio é tão antiga que era substantivo, antes de se tornar o verbo plagiar; mas o verbo amar nunca existiu, a não ser nas moléculas de carentes e frustrados, vazios c…

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AurelioAquino
AurelioAquino

Escapes

a tarde fingia um tempo suscitando a noite em certa urgência a paisagem quase anoitecida tangia os olhos pela vida o homem já cansado de vê-la jogava pela tarde as noites que nã…

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Celso Ciampi
Celso Ciampi

COMO EU SOFRO

Sofro por ser honesto, Por falar o que deve ser dito, Para alguns eu não presto, Mas pelo menos não minto!

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

dopo la tempesta

depois da tempestade é que se sabe trabalhar cansa feito um teorema um dilema na conta do dia depois da tempestade gritos tardios dois rostos à deriva

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Subir degraus

Lutas para escapar de ti de mim de tudo de todo o teu entorno, lutas para não seres menor do que és o desânimo é uma situação - tu sabes - mas o suicídio não apetece, não não fa…

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AurelioAquino
AurelioAquino

Da paz

o pombo nem sabia da paz nos ombros que trazia voava uma paz recatada íntimo manifesto de suas asas o homem, desalado, fingia ilações de suas falhas a paz em tanto luta desgarra…

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AurelioAquino
AurelioAquino

Da vigência

desde ancestral pulso na memória esse jeito ainda farto de navegar a história artefato inivíduo da coletiva escola cúmplice da matéria construindo as horas as do tempo de mim as…

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Julian Lael
Julian Lael

É rica...

Jorge E. Leal É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concretos. E faz na aura o campo brilhar, Deixa marc…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Introdução ao estigma

Começou sutil a construção do zero seus grãos com o nexo não visível suas mãos sem bolinar em público a língua soez, roas, malvaz de destruidoras de reputação quase ilibada. As…

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Seleta: prumo do erro

Mais seco o interior do pensamento mais fundo o escopo do Nada Eis que um tipo de amor se mostra silêncio diante do assombro nas paredes do próprio labirinto nunca estudado me…

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André Medeiros
André Medeiros

Cumplicidade.

Para entender a rosa, é preciso ser gentil com o espinho.

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

Rever

Se é por mágoa o que se cala e sem régua o que abre que não se faça entrave a nenhum menos ainda ao que molhar o deserto da fala com o suor do espanto.

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Darlan de Matos Cunha
Darlan de Matos Cunha

katana 8

Braseiro e ciência e água para a lâmina que cortará papéis e anéis com destreza de pão & circo modernos ainda hoje a partir de um esforço ou seja a estilística da repetição to…

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A poesia de JRUnder
A poesia de JRUnder

Percepção

Não sou amigo do rei, E não, que seja oponente... Seu reino, não avassalarei. Em paz, já me faço contente. As moedas com que pago os impostos, Talvez não sejam de ouro. Mas as…

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