Lista de autores
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João Grave
1872-07-12 – 1934-01-01
João Grave foi um poeta e médico português, cuja obra é marcada por uma forte carga existencial e por uma profunda reflexão sobre a condição humana. A sua poesia, por vezes sombria e melancólica, aborda temas como a morte, o tempo, a solidão e a busca incessante por significado. A sua escrita distingue-se pela expressividade e pela capacidade de transmitir emoções intensas, utilizando uma linguagem que combina a precisão clínica com a sensibilidade lírica. Grave é reconhecido como um poeta de grande valor na literatura portuguesa do século XX.
Maria da Cunha
1872-10-19 – 1917-01-10
Maria da Cunha foi uma destacada poeta e escritora portuguesa, conhecida pela sua prosa lírica e pela exploração de temas como a memória, a identidade e a relação do indivíduo com o mundo. A sua obra, embora por vezes discreta no panorama literário, possui uma profundidade e uma sensibilidade que a tornam uma voz singular. Com uma escrita cuidada e introspectiva, Maria da Cunha deixou um contributo valioso para a literatura portuguesa contemporânea.
César Teixeira
1923
César Teixeira é um poeta português cuja obra se destaca pela sua abordagem inovadora e pela exploração de temas contemporâneos, muitas vezes com um olhar crítico sobre a sociedade. A sua escrita é reconhecida pela força expressiva, pela experimentação formal e pela capacidade de dialogar com a tradição literária, ao mesmo tempo que se projeta para o futuro. Com um percurso marcado pela constante busca de novas formas de expressão poética, Teixeira tem vindo a consolidar o seu lugar na literatura portuguesa. A sua poesia aborda a complexidade da vida moderna, a identidade, a memória e a relação do indivíduo com o mundo, deixando uma marca de originalidade e profundidade.
Francisco de Vasconcelos e Sousa
1923-01-01 – 2010-01-01
Francisco de Vasconcelos e Sousa foi um jurista, professor e escritor português, conhecido pela sua obra poética e pela sua incursão na prosa, onde abordou temas históricos e sociais. A sua poesia, muitas vezes marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana e a passagem do tempo, revela um estilo cuidado e uma linguagem erudita, mas acessível. Figura multifacetada, a sua ligação ao direito e ao ensino universitário conferiu-lhe uma perspetiva singular sobre a vida, que se transparece na sua obra literária. Explorou temas como a memória, a identidade e a busca por um sentido mais profundo da existência, dialogando com a tradição literária portuguesa.
Eduardo Metzner
1889 – 1922
Eduardo Metzner é um poeta contemporâneo cuja escrita se caracteriza pela sua intensidade e pela exploração de temas complexos e multifacetados. A sua poesia mergulha nas profundezas da psique humana, abordando a angústia existencial, a fragmentação da identidade e as ambiguidades das relações interpessoais. Com uma linguagem ousada e, por vezes, transgressora, Metzner desafia as convenções literárias, convidando o leitor a uma imersão num universo poético denso e inquietante. A sua obra representa uma voz singular e provocadora na poesia atual.
Vieira de Almeida
1888-08-09 – 1962-01-20
Vieira de Almeida foi um proeminente poeta cuja obra se distingue pela profundidade lírica e pela exploração de temas universais. A sua escrita é marcada por uma linguagem rica e evocativa, capaz de transpor para o verso as complexidades da alma humana e as belezas do mundo natural. As suas contribuições enriqueceram significativamente o panorama literário do seu tempo, deixando um legado de poemas que continuam a ressoar junto dos leitores pela sua autenticidade e expressividade.
Manuel Bernardo Maciel
1844-10-27 – 1917-08-14
Manuel Bernardo Maciel é um nome associado à poesia, cuja obra se caracteriza pela profundidade reflexiva e pela exploração de temas existenciais. A sua poesia, muitas vezes imbuída de uma forte carga lírica e introspectiva, convida à meditação sobre a condição humana, a passagem do tempo, a memória e a busca por sentido num mundo em constante mudança. A sua linguagem poética, embora possa variar em termos de complexidade, tende a privilegiar a expressividade e a capacidade de evocar imagens e emoções fortes no leitor. O seu percurso literário é marcado por uma dedicação à arte da palavra, procurando, através dos versos, desvendar as nuances do sentir e do pensar. Manuel Bernardo Maciel contribui para a paisagem poética com uma voz que, embora possa ser pessoal e íntima, alcança uma dimensão universal, tocando em questões que ressoam com a experiência de muitos. A sua obra representa um convite à contemplação e à redescoberta da beleza e da complexidade da vida.
Júlio Graça
1923-01-01 – 2006-02-21
Júlio Graça foi um poeta de expressão portuguesa, cuja obra se destaca pela sua profundidade lírica e reflexão sobre a condição humana. A sua poesia aborda temas como o amor, a saudade, a passagem do tempo e a busca por um sentido transcendental. Com uma linguagem cuidada e musical, Graça soube capturar as nuances da alma, deixando um conjunto de poemas que revelam uma forte sensibilidade e uma visão introspectiva do mundo.
D. João de Castro
1500-02-27 – 1548-06-06
D. João de Castro foi um notável humanista, militar e administrador português, conhecido pela sua inteligência e cultura. Embora mais célebre pelas suas façanhas militares e pelo seu governo em Goa, também demonstrou um interesse pela escrita e pela produção literária, refletindo o espírito renascentista da sua época. A sua figura é emblemática do ideal do homem renascido, capaz de conciliar a ação e a reflexão.
Joaquim Ramalho Claro
1932 – 1983-12-08
Joaquim Ramalho Claro foi um poeta português conhecido pela sua poesia lírica e reflexiva. A sua obra explora temas como a natureza, o tempo e a condição humana, com uma linguagem cuidada e uma musicalidade marcante. Destaca-se pela profundidade das suas reflexões sobre a vida e a morte, expressas através de um estilo depurado e intimista. As suas composições poéticas, embora por vezes melancólicas, transmitem uma sensibilidade aguçada e uma busca constante por significado.
Fernando de Paços
1923-11-08 – 2003-06-18
Fernando de Paços foi um poeta cuja obra se alicerça numa profunda reflexão sobre a existência, a identidade e a paisagem interior. A sua poesia é marcada por uma linguagem densa e por vezes enigmática, que convida o leitor a desvendar camadas de significado, explorando as complexidades da alma humana e a relação intrínseca com o mundo. Com uma sensibilidade aguçada para as nuances do sentir, Paços dedicou-se a uma exploração lírica que, embora por vezes desafiadora, revela uma beleza singular e uma capacidade ímpar de evocar paisagens emocionais e existenciais, consolidando o seu lugar como uma voz distintiva na literatura.
Henrique do Amaral
1923
Henrique do Amaral foi um poeta cuja obra, embora menos extensa ou amplamente divulgada que a de seus contemporâneos, carrega uma marca de profundidade lírica e reflexão introspectiva. Sua poesia, muitas vezes imersa em temas existenciais e na paisagem interior do ser, busca a expressão autêntica dos sentimentos e das inquietações humanas. O poeta dedicou-se a explorar as nuances da alma e a beleza efêmera da vida. Seu percurso literário, ainda que em desenvolvimento, demonstra um interesse particular pela forma poética e pela sonoridade das palavras. Henrique do Amaral representa um exemplo de sensibilidade artística que busca transcender o cotidiano através da linguagem poética, deixando uma contribuição singela, porém significativa, ao panorama literário.
Marcos Floro Moleiro
0012-12-01
Marcos Floro Moleiro é um poeta cuja obra se insere no panorama da poesia contemporânea em língua portuguesa. A sua escrita é marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana, a efemeridade do tempo e a busca por significado num mundo em constante transformação. Explora, com sensibilidade e rigor formal, as complexidades das relações interpessoais e a dimensão interior do indivíduo. O seu estilo poético caracteriza-se pela concisão, pela exploração de imagens precisas e pela musicalidade intrínseca dos versos. Moleiro dialoga com a tradição poética, mas imprime uma marca de originalidade, conduzindo o leitor a um espaço de introspeção e contemplação. A sua obra convida à meditação sobre a existência, a memória e a transcendência.
Francisco Xavier Cândido Guerreiro
1871-12-03 – 1953-04-11
Francisco Xavier Cândido Guerreiro, conhecido pelo seu pseudónimo literário Cândido Guerreiro, foi um poeta português cuja obra se insere no final do século XIX e início do século XX. A sua poesia é marcada por um lirismo intimista, com forte expressão da paisagem alentejana e de temas como a solidão, a saudade e a religiosidade. Foi um dos expoentes da chamada "Geração de 1890" e um poeta singular na sua capacidade de evocar a alma do Alentejo.
Jaime Brasil
1896-01-22 – 1966-05-19
Jaime Brasil foi um poeta português cuja obra se insere no contexto do final do século XIX e início do século XX. A sua poesia é marcada por uma forte sensibilidade lírica e um tom melancólico, explorando temas universais como o amor, a saudade e a fugacidade da vida. Embora menos proeminente que outros vultos da sua época, Brasil deixou uma marca indelével na poesia portuguesa pela sua autenticidade e pela musicalidade dos seus versos.
Henrique de Vasconcelos
1876-01-01 – 1924-01-01
Henrique de Vasconcelos foi um notável jurista e poeta português, cuja obra poética se distingue pela profundidade e pela reflexão sobre a existência e a sociedade. As suas composições exploram temas como a justiça, a moral e a condição humana, frequentemente com um tom de crítica social subtil mas incisivo. A sua formação em direito transparece na clareza e na estrutura do seu pensamento, aliada a uma sensibilidade lírica que o torna um poeta singular no panorama literário português. A sua intervenção no campo jurídico e a sua produção literária coexistem, revelando um intelectual multifacetado.
Maria O'Neill
1873-11-19 – 1932-03-23
Maria O'Neill foi uma poetisa portuguesa de renome, cuja obra se insere no movimento surrealista português, embora com características muito pessoais. A sua poesia é marcada por uma forte carga onírica, um universo de imagens ousadas e uma exploração profunda do inconsciente, da sexualidade e do desejo. Com uma vida marcada por experiências intensas e por uma postura transgressora, Maria O'Neill deixou um legado poético singular, explorando a liberdade criativa e os limites da linguagem. A sua obra, embora por vezes desafiadora, é fundamental para a compreensão do surrealismo em Portugal e da poesia escrita por mulheres no século XX.
Ludovina Frias de Matos
1964-01-11 – 1981
Ludovina Frias de Matos é uma escritora portuguesa, conhecida pela sua produção literária que abrange diversos géneros, incluindo poesia e prosa. A sua obra revela uma sensibilidade particular para a exploração da condição humana, das relações interpessoais e da vivência do quotidiano. Com uma linguagem acessível e, por vezes, lírica, Frias de Matos constrói narrativas e poemas que tocam em temas universais como o amor, a perda, a esperança e a memória, estabelecendo uma conexão genuína com o leitor.
Cândida Aires de Magalhães
1875-08-17 – 1964-07-02
Cândida Aires de Magalhães é uma figura proeminente na poesia contemporânea, cuja obra se destaca pela sua profundidade lírica e pela exploração de temas universais com uma sensibilidade única. A sua escrita caracteriza-se por uma linguagem cuidada e uma capacidade ímpar de evocar emoções e reflexões profundas sobre a vida, o amor, a natureza e a condição humana. Através de versos que combinam a introspeção com uma visão mais ampla do mundo, Magalhães estabelece um diálogo íntimo com o leitor, convidando-o a partilhar de uma experiência estética e existencial enriquecedora. A sua contribuição literária é marcada pela originalidade e pela força expressiva.
Fernando Mendonça
1932-10-15
Fernando Mendonça foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua originalidade e pela exploração de temas como a identidade, a memória, a passagem do tempo e a crítica social. A sua escrita é marcada por uma linguagem densa e imagética, com um forte sentido de ritmo e musicalidade, que convida à reflexão sobre a condição humana e o mundo contemporâneo. Com uma abordagem que transita entre o lírico e o interventivo, Mendonça aborda a complexidade das relações humanas e as contradições da sociedade, utilizando a poesia como um veículo para a expressão de inquietações existenciais e um olhar crítico sobre a realidade.
Augusto Telo
1895 – 1932
Augusto Telo é um poeta cuja obra se caracteriza pela intensidade lírica e pela exploração de temas universais como o amor, a solidão e a passagem do tempo. A sua escrita, marcada por uma linguagem cuidadosamente trabalhada e um ritmo envolvente, convida à reflexão sobre a condição humana e as suas complexidades. Com uma voz poética singular, Telo estabelece um diálogo profundo com o leitor, criando pontes entre a experiência individual e o sentimento coletivo. É uma presença notável na poesia contemporânea lusófona.
Carlos Lobo de Oliveira
1895 – 1973
Carlos Lobo de Oliveira foi um poeta português, conhecido pela sua obra que transita entre o lirismo pessoal e a reflexão sobre a condição humana. A sua poesia é frequentemente marcada por um tom introspectivo e uma linguagem cuidada, explorando temas como a efemeridade do tempo, a busca por sentido e a beleza das coisas simples. Embora não seja tão amplamente conhecido quanto outros poetas da sua geração, Carlos Lobo de Oliveira deixou uma marca pela sua sensibilidade e pela qualidade estética da sua escrita. A sua obra convida à contemplação e à redescoberta do eu e do mundo que o rodeia.
Roberto de Mesquita
1871-06-19 – 1923-12-31
Roberto de Mesquita foi um jurista e poeta português, cuja obra poética se insere num contexto de transição literária. Embora a sua produção lírica não seja tão extensa quanto a de outros contemporâneos, revela um talento notável para a expressão de sentimentos e reflexões sobre a condição humana. A sua ligação ao direito e à vida académica parece ter coexistido com a sua veia artística, conferindo-lhe uma perspetiva única na sua escrita.
António de Cértima
1894-07-27 – 1983-01-21
António de Cértima foi um poeta português, nome ligado ao movimento surrealista em Portugal. Embora sua obra seja menos extensa que a de outros contemporâneos, sua participação no grupo surrealista e sua contribuição para a renovação da poesia portuguesa marcam sua relevância. Sua poesia explora o imaginário, o onírico e a liberdade criativa, alinhando-se aos princípios do surrealismo de ruptura com a lógica convencional e a exploração do inconsciente.