Citações
Citações para inspirar e refletir
Não há ideais que não tenham um resíduo positivo.
37
Um soberano deve sempre usar a publicidade para seu proveito.
57
Um soberano que se prende a uma facção faz adernar o barco e apressa o naufrágio.
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Não se deve crer demais nos rituais. Mas deve-se cuidar para não cometer nenhum sacrilégio. ( Na sagração. )
42
Para que um povo fosse livre, seria preciso que os governados fossem sábios e os governantes, deuses.
44
O chefe de um Estado não deve abandonar o governo das ideias, nem tampouco o dos homens.
39
Há uma espécie de mentalidade baixa que envolve as multidões; é preciso que se rompa com essa mentalidade para emergir alguma coisa.
56
As negociatas aviltam o poder.
7
Todo governo deve ver o povo apenas como massa.
43
O chefe de Estado não deve ser chefe de partido.
46
Uma lei de circunstância é um ato de acusação contra o poder.
49
O chefe de um Estado deve fazer com que mesmo o mal contribua para o triunfo da coisa pública.
37
Uma conspiração material acaba quando se agarra a mão que vai apunhalar; uma conspiração moral não tem fim.
41
Um governo formado de elementos heterogéneos não é duradouro.
39
Todos os atos públicos requerem força, continuidade e unidade.
43
Um povo que pode dizer tudo acaba por fazer tudo.
10
Um trono é somente uma tábua forrada de veludo.
42
Com felicidade se faz um povo glorioso, mas é preciso muita constância para torná-lo feliz.
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A Ideia causa mais mal que o Fato. Ela é a inimiga capital dos soberanos.
46
Em questões de Estado, muitas vezes partindo de uma falsa premissa, pode-se chegar a um resultado verdadeiro.
42
Um soberano não deve confiar nem na palavra nem na aparência.
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Não gosto que finjam desprezar a morte. A grande lei é saber suportar o que é inevitável.
45
Ninguém pode dizer o que fará em seus últimos momentos.
48
O interesse do Estado prevalece cedo ou tarde sobre as pequenas paixões.
43
Um grande soberano é o que sempre prevê os acontecimentos.
37
A honra é para os soberanos um imposto moral.
39
Só é possível escapar ao arbítrio do juiz submetendo-se ao despotismo da lei.
45
A estatística comanda a distribuição do dinheiro público.
44
As nações velhas e corruptas não se governam como os povos antigos. Hoje, para um homem que se sacrificaria pelo bem público, há milhares que só pensam nos seus interesses e suas vaidades; o segredo do legislador e do soberano é tirar partido dos vícios que eles devem administrar. E aí entra a questão das medalhas e das condecorações. As distinções promovem a autoestima ao satisfazerem a vaidade.
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Na aplicação das leis deve-se saber calcular os efeitos paralelos.
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Geralmente o benfeitor exige mais do que deu.
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Desde a descoberta da imprensa os iluministas são chamados para reinar, e reina-se apenas para subjugá-los.
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Se a ciência fosse administrada pelo Estado, ela produziria grandes resultados para a sociedade.
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Todo homem que possui trinta milhões e não os controla é perigoso para um governo.
41
A artilharia é ainda muito pesada, muito complicada, precisa ser simplificada e reduzida.
57
O poder absoluto deve ser essencialmente paternal, caso contrário é derrubado.
39
No sistema do poder absoluto, basta uma vontade para destruir um abuso. No sistema das assembleias, é preciso quinhentas.
44
O nome e a forma do governo nada significam, contanto que os cidadãos sejam iguais em direitos e que a justiça seja bem praticada.
46
Aníbal atravessou os Alpes. Eu os contornei.
45
É uma regra fundamental que um exército deve sempre manter as suas colunas reunidas de modo a não deixar o inimigo introduzir-se entre elas; se por motivo maior essa regra for abandonada, é preciso que os batalhões separados fiquem independentes nas suas operações e se dirijam a um determinado ponto sem hesitar e sem esperar novas ordens.
37
É a unanimidade dos interesses que faz a força de um governo.
15
As multidões precisam de festas estrepitosas; os tolos gostam do barulho, e a multidão são os tolos.
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O tormento das precauções prevalece sobre os perigos a evitar. Mais vale entregar-se ao destino.
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O fundamento de toda autoridade está na vantagem que o governante concede a quem obedece.
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A artilharia é tudo, tanto numa batalha quanto num cerco: uma vez deflagrado o combate, a arte consiste em concentrar o fogo sobre um mesmo ponto sem que o inimigo o possa prever.
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Um soberano obrigado a respeitar a lei pode assistir à morte de seu Estado.
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A igualdade existe apenas em teoria.
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Francisco I tinha, em Pavia 4 , uma artilharia bela e formidável; lançou sua cavalaria à frente e guardou suas baterias que, se tivessem disparado, lhe teriam dado a vitória. Ele faltou a este princípio: que um exército deve oferecer sempre toda a resistência de que é capaz.
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