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O ladrão de palavras
Impedidos das palavras luminosas, as mais doces, os meninos de uma aldeia, cercada por montes e receios, acordam um dia com barba verde de musgos. Uma nuvem de melancolia cobre parte do povoado: fica a noite sempre noite. Quem é ladrão das palavras luminosas, da alegria? Do texto de Francisco Duarte Mangas e das belas ilustrações de Alain Corbel sai a resposta para esta e outras inquietações.
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