O último passageiro

O último passageiro

2008

José Dias Egipto, médico de profissão, depois de alguma poesia e crónica, escreveu 12 contos marcados por um humanismo declarado na compreensão das fragilidades humanas, e em particular dos fracos, física e psicologicamente considerados, dos marginais e dos incompreendidos. De matriz fortemente surrealista, o autor verbera o vício público, a corrupção política e o comprometimento luxurioso da nova geração; tanto mais que se torna impossível a sobrevivência da poesia numa sociedade formatada para a violência e a competição e a exacerbação do ego se faz em contexto de massificação acéfala.

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O último passageiro · José Dias Egipto · 2008
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