Os cílios maternos

Os cílios maternos

2005

Comentários de outros autores (...) O novo livro de João Rasteiro tem como tema central a própria poesia, enquanto linguagem fundante, que se destrói e se refaz a cada tentativa de atenuar a desumanidade que espreita a criatura humana, neste nosso "tempo de penúria". Carlos Felipe Moisés, poeta, ficcionista e ensaísta (Brasil). Os seus poemas atravessam uma área de singular violência, de quase doloroso trato com as pessoas e as coisas. Nelas descubro um universo tumultuoso, e não raro temível, mas abundantíssimo de sonhos e ilusões. Mário Cláudio, ficcionista e poeta (Portugal). Gostei de seu livro: "ali no centro dócil da espera", seus poemas "são portas de fogo e mel", onde autor/leitor "abro os dedos, solto as borboletas e fecundo a terra". Belos poemas. Affonso Romano de Sant'Anna, poeta e ensaísta (Brasil). A poesia de João Rasteiro (...) na busca de um sopro universal, no emprego reiterado de alguns tópicos, na concisão da palavra, na harmonia das partes (...) não é fácil a tarefa de unir extremos e conciliar opostos com tanta subtileza (...) dele se forja a resistência e o sonho. Nuno de Figueiredo, poeta e ficcionista (Portugal).

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Os cílios maternos · João Rasteiro · 2005
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