Podemos matar um sinal de trânsito? : um divertimento político-filosófico acerca da profundidade do quotidiano

Podemos matar um sinal de trânsito? : um divertimento político-filosófico acerca da profundidade do quotidiano

2012

Sem ser um romance, este livro é como um romance: no fundo, conta uma história que queremos saber como acaba. Sem ter a forma de um ensaio, é um ensaio: tem uma tese, mas não a impõe, nem arregimenta os argumentos em ordem clássica, deixando ao leitor o trabalho, que aqui é um gosto, de descobrir o seu próprio caminho marítimo para a Índia. Acima de tudo, este livro é um divertimento, mas também é filosofia por ser pensamento estruturado para lá das fronteiras das disciplinas, e também é política por questionar dinâmicas profundas da nossa vida colectiva. Críticas «Podemos matar um sinal de trânsito? é uma obra surpreendente, que convida a transmigrar, interpelando o entendimento profundo de quem vai além do texto e mergulha na profundidade do contexto. É um título estranho, intrigante. e só depois de se ler o subtítulo se percebe que não se trata de um livro policial…» Edite Estrela Críticas de imprensa «No cerne deste livro invulgar estão as correlações lógicas entre palavras e sinais de trânsito, ou entre linguagem e realidade. Labiríntica, a dicotomia matéria/pensamento suscita uma reflexão inteligente e bem-humorada…» Expresso Revista

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Podemos matar um sinal de trânsito? : um divertimento político-filosófico acerca da profundidade do quotidiano · Porfírio Silva · 2012
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