Poemas

Poemas

1996

Revisitando a reunião de Poemas, levada a cabo em 1996, incluem-se nesta nova edição revista os poemas publicados por António Franco Alexandre posteriores a essa data ( Quatro Caprichos , Uma Fábula , «Aniversário», Duende e Aracne ) e um conjunto de inéditos com o título «Carrocel». Críticas de imprensa Reunida num só volume, a poesia de António Franco Alexandre mostra o quão diversa é de livro para livro, e mostra também que respondeu sempre a uma elevadíssima exigência formal, sem ser formalista, e temática, sem ser conteudística, que a tornaram um lugar essencial na paisagem da poesia portuguesa contemporânea. António Guerreiro, revista Electra A edição é cuidada, fugindo aos tomos de capa dura, com uma revisão infatigável de Luís Manuel Gaspar, mostrando toda a amplitude que esta poesia consegue atingir. Jornal i Numa época em que tantas vezes se reúnem obras poéticas de escritores mortos, reunir a de um poeta vivo, sobretudo com a dimensão filosófica e expansividade narrativa de António Franco Alexandre, é sinal de que ainda é possível erigir monumentos aos que mais fazem pela letras portuguesas na atualidade. A reunião completa da sua poesia (pela segunda vez, mas desta feita com vários inéditos) é a demonstração manifesta de como a sua escrita se mantém inesgotável e incomparável. Ricardo Ramos Gonçalves, Novo Semanário A poesia reunida de António Franco Alexandre revela a diversidade formal e temática que este poeta experimentou, construindo uma obra babélica mas sem interrupções na força e densidade com que surgiu logo no primeiro livro. António Guerreiro, Público (5 *****) Uma característica fundamental dos poemas de António Franco Alexandre — agora reunidos pela segunda vez, com inéditos sofisticados e desenvoltos, escritos no longo hiato desde a publicação de “Aracne” (2004) — é a sua variedade e ductilidade. Alguns dos poemas mais memoráveis são breves, de verso curto, despojados e intensamente líricos, mesmo que fugidios […] Pedro Mexia, Expresso Para quem lê esta poesia há sempre o risco de experimentar um estremecimento da imaginação. Esse estremecimento tem de vir de uma leitura em voz alta, de uma quase performatividade do escrito. António Carlos Cortez, Jornal de Letras É um dos mais belos livros do final de ano - Poemas (Assírio & Alvim) reúne a obra de um dos grandes poetas portugueses de hoje, António Franco Alexandre, de 1974 até agora, acrescentada de um livro inédito, “Carrossel” Francisco José Viegas, Correio da Manhã

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Poemas · António Franco Alexandre · 1996
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