Eu hei-de amar uma pedra
Durante anos, às quartas-feiras, numa pensão de Lisboa, uma homem e uma mulher encontram-se para viver uma paixão renascida após uma longa interrupção. Um extraordinário romance que cruza as fotografias da memória desse amor clandestino, dos dois amantes e dos que os rodeiam. Críticas de imprensa "Se ler só um livro, leia o novo romance de António Lobo Antunes, Eu Hei-de Amar Uma Pedra . Tem que ser devagar. Tudo o que importa deve ser feito com tempo. Mas, se "entrar", tão depressa não vai querer sair: vamos dizer só que o livro é uma história de amor lindíssima, e que é muito mais do que isso. Por exemplo, uma revisitação de muitos dos lugares de António Lobo Antunes, um extraordinário escritor que, embora não nos pareça possível, tendo em conta o que ele escreveu antes, é capaz de se reinventar, e de nos fazer admirá-lo cada vez mais, em todos os títulos que publica." In Os Meus Livros, Novembro de 2004