A comoção do mundo
Em Palmira, a fonte de Efqa, na base da colina onde se ergue o templo de Baal-Hammon, secou misteriosamente. Nem Baal triunfa sobre a morte. Nem os deuses vivem para sempre Críticas «No actual contexto cultural português e europeu ler Paulo Teixeira parece-me ser um imperativo da razão (…). António Carlos Cortez, Jornal de Letras «Na poesia de Paulo Teixeira (geralmente apontado como um dos poetas mais importantes aparecidos nos últimos anos), avulta, além do que antes ficou apontado, a presença de um legado cultural de que o poeta se assume como herdeiro privilegiado; Carlos Reis, História Crítica da Literatura Portuguesa «A poesia (…) em especial daquele que será hoje, por excelência, o poeta português do tempo, do nosso tempo europeu e dos muitos tempos de uma Europa mítica e cultural, Paulo Teixeira.» João Barrento, Colóquio-Letras