Humano, Demasiado Humano

Humano, Demasiado Humano

1878

«Para compreender melhor estas teses, devemos aperceber-nos como a moral aparece sempre ligada à origem de uma comunidade e à incorporação das leis que esta instituiu para se perservar. A parte mais importante do Humano Demasiado Humano dedica-se à análise deste lento processo comum a todas as culturas, aparentemente contraditório, mas apenas em aparência. Ninguém poderá ficar indiferente às descrições que o "Humano Demasiado Humano" nos oferece desse processo, certamente de imenso valor sociológico e psicológico.» Do préfacio de António Marques

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Humano, Demasiado Humano · Friedrich Nietzsche · 1878
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