Labyrinthus

Labyrinthus

1981

Uma reedição de um livro de referência que em 1981 venceu o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores. Desperta incontido neste cio O oiro (ciclos de vida) Quando húmida se abre A terra cheia estrume espigas em movimento No poente que de máquinas se Povoa E de corpos abertos embriagados Por tantas regras contra os campos Fecundos e jamais fecundados Por regas regaços d’água Que sempre regressa e sempre se fuga.

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Labyrinthus · Casimiro de Brito · 1981
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