Despeço-me da terra da alegria

Despeço-me da terra da alegria

1977

Pensar é estar alguma coisa mais pensar é o que sobra da respiração pensar é o que não nos leva às coisas pensando se antecipa a própria morte Ruy Belo foi um dos poetas contemporâneos que mais longe levou a aventura da criação da linguagem e da relação desta com as coisas do quotidiano. Despeço-me da Terra da Alegria é tanto um esplêndido hino à vida como a última marca visível de uma morte longamente preparada. Um volume que inclui uma introdução de Eduardo Prado Coelho.

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Despeço-me da terra da alegria · Ruy Belo · 1977
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