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2020-09-15
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«Fernando Pessoa» Ou «Poeta Em Lisboa»
A Casa
A Casa Térrea
A Estrela
A Luz Oblíqua
A Noite E a Casa
A Paz Sem Vencedor E Sem Vencidos
A Raiz da Paisagem Foi Cortada
A ti eu canto
Ali, Então
Apesar Das Ruínas E da Morte
Aquele Que Partiu
Arte Poética I
Arte Poética Ii
Arte Poética Iii
Arte Poética Iv
Arte Poética V
Árvores
As Fontes
As Imagens Transbordam Fugitivas
As Pessoas Sensíveis
As Três Parcas
Assim o Amor
Biografia
Brisa
Cada Dia É Mais Evidente Que Partimos
Caderno I
Casa Branca
Catilina
Cesário Verde
Chamei Por Mim Quando Cantava o Mar
Che Guevara
Cíclades
Cidade Dos Outros
Com Fúria E Raiva
Corpo
Da Transparência
Dai-me a casa vazia
Dai-Me o Sol Das Águas Azuis E Das Esferas
Dança
Deus Escreve Direito
Dia
Dia
Dia
Dia de Hoje
É Esta a Hora
É Por Ti Que Se Enfeita E Se Consome
Epidauro 62
Eu Chamei-Te Para Ser a Torre
Eu Falo da Primeira Liberdade
Eu Me Perdi
Evadir-Me, Esquecer-Me, Regressar
Fernando Pessoa
Há Jardins Invadidos de Luar
Ingrina
Inicial
Intervalo I
Ix. Como É Estranha a Minha Liberdade
Luar
Luminosos Os Dias Abolidos
Manhã
Movimento
No Poema
No Ponto Onde o Silêncio E a Solidão
No Quarto
Nocturno
Nos Últimos Terraços Dos Espaços
Numa Disciplina Constante Procuro a Lei da Liberdade
Nunca Mais
Nunca Mais Te Darei o Tempo Puro
O Anjo
O Dia
O Efebo
O Hospital E a Praia
O Jardim
O Jardim E a Casa
O Jardim E a Noite
O Minotauro
Ó Noite, Flor Acesa, Quem Te Colhe?
O Poema
O Sol o Muro o Mar
O Super-Homem
O Vidente
Os Mortos de Hecate
Os Poetas
Penélope
Pirata
Poesia de Inverno
Por Delicadeza
Porque Foram Quebrados Os Teus Gestos?
Praia
Promessa
Quem Como Eu Em Silêncio Tece
Se Alguém Passa Agora Nos Areais
Se Todo o Ser Ao Vento Abandonamos
Sei Que Estou Só E Gelo Entre As Folhagens
Sonhei Com Lúcidos Delírios
Sua Beleza
Tu Dormes Embalado Nos Rochedos
Vi. a Solidão
Xii. Cupidez Roendo o Verde Emergir Das Ilhas a Barlavento