Idioma
Provérbio
Pouco e em paz muito se faz.
Olhos que não veem, coração que não sente.
Obra de vilão, deitar pedra e esconder a mão.
O último a rir é o que ri melhor.
Ouro adquirido, sono perdido.
O necessário deleita, o desnecessário atormenta.
Ninguém está bem com a sorte que tem.
Ninguém toque na ferida quando ainda sangra e está dorida.
O medo guarda a vinha.
Não há mal que bem não traga.
Não é por muito madrugar que amanhece mais cedo.
Não há ausentes sem culpas, nem presentes sem desculpas.
Não adianta chorar sobre o leite derramado.
Não há fome que não dê em fartura.
Mal haja quem de mim mal diz, mais quem o traz ao nariz.
Manhã de açougue: quem mal fala, pior ouve.
Muito atura quem precisa.
Mais vale só, que mal acompanhado.
Mal alheio, pesa como um cabelo.
Mal por mal, antes cadeia que hospital.
Muito riso, pouco siso.
Mais vale um gosto na vida, que três reis na algibeira.
Muito falar, pouco acertar.