Citações neste tema
Vida e Existência
Padre António Vieira
Melhor fora não intentar que não conseguir; nem desejar os fins se não se hão-de aplicar os meios.
57
Padre António Vieira
Uma velhice enganada é a maior sem-razão do tempo: uma mocidade desenganada é a maior vitória da razão.
59
Padre António Vieira
Uma velhice enganada é a maior sem-razão do tempo: uma mocidade desenganada é a maior vitória da razão.
59
Padre António Vieira
Toda a religião ou seita diversa se funda em diferente fé; toda a diferente fé funda diferente esperança; e toda a diferente esperança pede diferente oração; porque cada um pede conforme espera, e cada um espera conforme crê.
40
Padre António Vieira
Não creio nem crerei nunca a quem pode o que quer enquanto não quiser o que pode.
54
Padre António Vieira
Nada receia perder quem nada espera interessar. Os bens que mais nascem do ânimo que da fortuna melhor se asseguram; porque aqueles guardam-se no peito, e estes cansam os ombros. A fortuna com o que dá faz grandes; e o ânimo com o que despreza faz grandiosos.
50
Padre António Vieira
Se o Sol, que é sempre o mesmo, todos os dias tem um novo nascimento e um novo ocaso, quanto mais o homem por sua natural inconstância tão mudável, que nenhum é hoje o que foi ontem, nem há-de ser amanhã o que é hoje!
63
Padre António Vieira
Se o Sol, que é sempre o mesmo, todos os dias tem um novo nascimento e um novo ocaso, quanto mais o homem por sua natural inconstância tão mudável, que nenhum é hoje o que foi ontem, nem há-de ser amanhã o que é hoje!
63
Padre António Vieira
Assim como o mundo hoje ainda não é para os que hão-de nascer, porque eles ainda não são, assim o mesmo mundo já não é para nós quando morremos, porque já não somos.
63
Padre António Vieira
Assim como o mundo hoje ainda não é para os que hão-de nascer, porque eles ainda não são, assim o mesmo mundo já não é para nós quando morremos, porque já não somos.
63
Padre António Vieira
Quantas vezes os que trabalham no descobrimento de algum tesouro cavam por muitos dias, meses e anos sem acharem o que buscam; e depois de estes, cansados e desesperados, sucede vir um mais venturoso que, descendo sem trabalho ao profundo da mesma cova, e cavando alguma coisa de novo, descobre a poucas enxadadas o tesouro e logra o fruto dos trabalhos e suores dos primeiros!
50
Padre António Vieira
Para o que vive em paz e descanso, (a morte) é amarga; para o que vive em trabalho e miséria, (a morte) é doce.
59
Padre António Vieira
Uns nascem, outros morrem, uns vêm a este mundo, outros saem dele, e o mundo, como teatro destas representações, sempre está no mesmo lugar e não se move.
68
Padre António Vieira
Uns nascem, outros morrem, uns vêm a este mundo, outros saem dele, e o mundo, como teatro destas representações, sempre está no mesmo lugar e não se move.
68
Padre António Vieira
A imagem mais perfeita, a proporção mais ajustada e a medida mais igual da obra é o conhecimento de si mesmo em quem a faz.
54
Padre António Vieira
Nenhuma cousa se faz bem da primeira vez, quanto mais a maior de todas, que é morrer bem. Reparo é digno de toda a admiração que, sendo tantas as meditações da morte, e tantos os despertadores deste desengano, sejam tão poucos os que sabem morrer.
47
Padre António Vieira
Nenhum outro meio podemos tomar mais seguro em uma passagem forçosa, e tão incerta, como desta para a outra vida.
53
Padre António Vieira
Nenhum outro meio podemos tomar mais seguro em uma passagem forçosa, e tão incerta, como desta para a outra vida.
53
Padre António Vieira
Nenhum outro meio podemos tomar mais seguro em uma passagem forçosa, e tão incerta, como desta para a outra vida.
53
Padre António Vieira
Um homem com a morte e sepultura diante dos olhos não é muito que nem a pedir, nem a desejar se atrevesse mais que o necessário e preciso para viver, ou para não morrer.
50
Padre António Vieira
Quando gastamos o tempo em obras boas, compramos o mesmo tempo e tornamos a fazer nosso o que tínhamos vendido.
15
Padre António Vieira
O comer e o vestir são duas coisas sem as quais não se pode viver, em que têm grande batalha no homem a moderação do necessário e a intemperança do supérfluo.
42
Padre António Vieira
Se eu sou bom, por mais que me julguem mal os homens não me podem fazer mau; se eu sou mau, por mais que julguem bem os homens não me podem fazer bom.
48
Padre António Vieira
Se queremos julgar, viremos os olhos para a parte de dentro, que ainda mal, porque tanto acharemos que julgar, que examinar e que condenar. Se nos julgarmos sem paixão a nós, eu vos prometo que tenhamos tanto que fazer e tanto que pasmar que não nos fique nem tempo, nem ânimo para julgar a outrem.
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