Citações neste tema
Vida e Existência
Franz Kafka
A partir de certo ponto não há mais retorno. É este o ponto que tem de ser alcançado.
58
Franz Kafka
A partir de certo ponto não há mais retorno. É este o ponto que tem de ser alcançado.
58
Franz Kafka
Alguém se espantava com o facto de andar com facilidade pelo caminho da eternidade; na verdade, ele o percorria para baixo.
46
Franz Kafka
Alguém se espantava com o facto de andar com facilidade pelo caminho da eternidade; na verdade, ele o percorria para baixo.
46
Franz Kafka
O verdadeiro caminho passa por uma corda que não está esti-cada no alto, mas logo acima do chão. Parece mais destinada a fazer tropeçar do que a ser percorrida.
75
Franz Kafka
A sua resposta à afirmação de que talvez tivesse posses, mas não existência, foi apenas tremor e taquicardia.
57
Franz Kafka
Antes eu não entendia por que não recebia nenhuma resposta à minha pergunta, hoje não entendo como podia acreditar que era capaz de perguntar. Mas realmente não acreditava, só perguntava.
66
Franz Kafka
Com tanta firmeza quanto a mão segura a pedra. Ela a segura firmemente, porém, só para atirá-la mais longe. Mas o caminho também leva àquelas distâncias.
50
Franz Kafka
Só a nossa concepção de tempo nos faz nomear o Juízo Final com essas palavras; na realidade ele é um tribunal permanente.
64
Franz Kafka
Muitas sombras dos que morreram ocupam-se apenas em lamber as ondas do rio dos mortos, porque ele corre a partir de nós e ainda tem o gosto salgado dos nossos mares. O rio então recua de nojo, flui em sentido contrário e atira os mortos de volta à vida.Estes, porém, estão felizes, cantam canções de graça e acariciam o fluxo indignado.
51
Franz Kafka
Muitas sombras dos que morreram ocupam-se apenas em lamber as ondas do rio dos mortos, porque ele corre a partir de nós e ainda tem o gosto salgado dos nossos mares. O rio então recua de nojo, flui em sentido contrário e atira os mortos de volta à vida.Estes, porém, estão felizes, cantam canções de graça e acariciam o fluxo indignado.
51
Franz Kafka
Um primeiro sinal do início do conhecimento é o desejo de morrer. Esta vida parece insuportável, a outra, inatingível. A pessoa já não se envergonha mais de querer morrer; pede para ser levada da velha cela que ela odeia para uma nova, que só então aprenderá a odiar. Persiste um resíduo de fé durante a transferência se o senhor do lugar casualmente passar pelo corredor, avistar o prisioneiro e disser: “Este homem vocês não podem prender outra vez. Ele vai para a minha casa.”
76
Franz Kafka
Um primeiro sinal do início do conhecimento é o desejo de morrer. Esta vida parece insuportável, a outra, inatingível. A pessoa já não se envergonha mais de querer morrer; pede para ser levada da velha cela que ela odeia para uma nova, que só então aprenderá a odiar. Persiste um resíduo de fé durante a transferência se o senhor do lugar casualmente passar pelo corredor, avistar o prisioneiro e disser: “Este homem vocês não podem prender outra vez. Ele vai para a minha casa.”
76
Franz Kafka
Um primeiro sinal do início do conhecimento é o desejo de morrer. Esta vida parece insuportável, a outra, inatingível. A pessoa já não se envergonha mais de querer morrer; pede para ser levada da velha cela que ela odeia para uma nova, que só então aprenderá a odiar. Persiste um resíduo de fé durante a transferência se o senhor do lugar casualmente passar pelo corredor, avistar o prisioneiro e disser: “Este homem vocês não podem prender outra vez. Ele vai para a minha casa.”
76
Franz Kafka
Os esconderijos são inumeráveis, a salvação apenas uma, mas as possibilidades de salvação, por sua vez, são tantas quanto os esconderijos.Existe um objetivo, mas nenhum caminho; o que chamamos de caminho é hesitação.
67
Franz Kafka
O caminho é infinito, não há nada a subtrair ou acrescentar e, no entanto, todos insistem na própria medida infantil. “Certamente necessitas percorrer mais este côvado de caminho, isso não te será negado.”
63
Fernando Pessoa
— Deus, Deus, Deus? disse o anarquista. Há séculos que Deus morreu; mas tem levado tanto tempo a fazer-lhe o caixão que já infesta o ar de seu apodrecimento.
63
Fernando Pessoa
— Deus, Deus, Deus? disse o anarquista. Há séculos que Deus morreu; mas tem levado tanto tempo a fazer-lhe o caixão que já infesta o ar de seu apodrecimento.
63