Citações neste tema
Sociedade e Mundo
Padre António Vieira
Quando gastamos o tempo em obras boas, compramos o mesmo tempo e tornamos a fazer nosso o que tínhamos vendido.
19
Padre António Vieira
Das obras grandes ou pequenas, das acções generosas ou vis, cada um traz na própria cabeça a verdadeira medida.
20
Padre António Vieira
A justiça está entre a piedade e a crueldade: o justo propende para a parte do piedoso; o justiceiro para a de cruel.
55
Padre António Vieira
O homem incapaz de julgar, por um lado, nem vê o que é melhor nem o aprova; por outro, aprova o que é pior e segue-o como se fosse o melhor.
49
Padre António Vieira
Porque a todas as outras ciências ou ofícios pode faltar o pão, mas ninguém o tem sempre mais seguro que o médico. Como todos somos mortais, só o médico vive do que nós morremos: e tão certo é na medicina o pão, como na mortalidade a doença.
47
Padre António Vieira
Porque a todas as outras ciências ou ofícios pode faltar o pão, mas ninguém o tem sempre mais seguro que o médico. Como todos somos mortais, só o médico vive do que nós morremos: e tão certo é na medicina o pão, como na mortalidade a doença.
47
Padre António Vieira
Oh!, se os livros falaram, quantas ignorâncias haviam de dizer que consultam com eles de noite os que de dia se publicam grandes letrados.
74
Padre António Vieira
A justiça particular tem obrigação de dar a cada um o seu (...); porém, a justiça universal e comum tem obrigação de ser igual com todos e desta igualdade, que a todos satisfaz e abraça, nasce a verdadeira e constante paz.
57
Padre António Vieira
A maldade é comerem-se os homens uns aos outros, e os que a cometem são os maiores, que comem os pequenos.
53
Padre António Vieira
A maldade é comerem-se os homens uns aos outros, e os que a cometem são os maiores, que comem os pequenos.
53
Padre António Vieira
Se se repartir o peso com igualdade de justiça, todos o levarão com igualdade de ânimo.
42
Padre António Vieira
É de direito natural que ninguém possa ser julgado sem se lhe dar defesa e o tempo necessário para ela.
40
Padre António Vieira
É mais santo e justo ficar o crime sem castigo que castigar-se o inocente — assim o dispõe o direito, que pesa mais para a perdição e condenação do juiz uma sentença injusta do que muitas e muito justas.
60
Padre António Vieira
É mais santo e justo ficar o crime sem castigo que castigar-se o inocente — assim o dispõe o direito, que pesa mais para a perdição e condenação do juiz uma sentença injusta do que muitas e muito justas.
60
Padre António Vieira
Oh!, malditas utilidades! Este é o engano que perde aos príncipes. Dispensam-se as leis por utilidade (que ordinariamente são dos particulares e não suas) e abre-se a porta à ruína universal, que só se pode evitar com a observância inviolável das leis.
54
Padre António Vieira
Oh!, malditas utilidades! Este é o engano que perde aos príncipes. Dispensam-se as leis por utilidade (que ordinariamente são dos particulares e não suas) e abre-se a porta à ruína universal, que só se pode evitar com a observância inviolável das leis.
54
Padre António Vieira
Para não mentir, não é necessário ser santo, basta ser honrado, porque não há coisa mais afrontosa, nem que maior horror faça a quem tem honra, que o mentir.
58
Padre António Vieira
Se eu sou bom, por mais que me julguem mal os homens não me podem fazer mau; se eu sou mau, por mais que julguem bem os homens não me podem fazer bom.
55
Padre António Vieira
Se a mudança de um ponto e de uma vírgula pode fazer tantos erros e tantos danos, que seria se se mudassem palavras? Que seria se se diminuíssem palavras? Que seria se se acrescentassem palavras? Torno a dizer. Se a mudança de um ponto e de uma vírgula pode ser causa de tantos danos, que seria se se calassem regras? Que seria se se saltassem capítulos?
59
Padre António Vieira
Se queremos julgar, viremos os olhos para a parte de dentro, que ainda mal, porque tanto acharemos que julgar, que examinar e que condenar. Se nos julgarmos sem paixão a nós, eu vos prometo que tenhamos tanto que fazer e tanto que pasmar que não nos fique nem tempo, nem ânimo para julgar a outrem.
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