Citações neste tema
Humor e Ironia
François de La Rochefoucauld
Exageramos as boas qualidades dos outros mais por estimar nossos próprios sentimentos que seus méritos; e queremos granjear elogios quando parece que lhes fazemos.
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François de La Rochefoucauld
As únicas boas cópias são as que nos revelam o ridículo dos maus originais.
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François de La Rochefoucauld
Às vezes basta ser grosseiro para não ser enganado por um homem hábil.
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François de La Rochefoucauld
Não gostamos de louvar ninguém e jamais o fazemos sem interesse. O louvor é uma fina lisonja, oculta e delicada, que satisfaz diferentemente quem o presta e quem o recebe. Um o toma como recompensa a seu mérito; o outro o presta para manifestar sua equidade e seu discernimento.
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François de La Rochefoucauld
Muitas vezes um homem de espírito ficaria bem embaraçado sem a companhia dos tolos.
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François de La Rochefoucauld
Nunca somos tão ridículos pelas qualidades que temos como pelas que fingimos ter.
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François de La Rochefoucauld
Volta e meia gabamo-nos de não nos entediarmos; e somos tão magníficos que não queremos encontrar companhia desagradável.
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François de La Rochefoucauld
A mais sutil de todas as astúcias é saber fingir cair nas ciladas que nos armam, e nunca somos tão facilmente enganados como quando pensamos em enganar os outros.
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François de La Rochefoucauld
Assim como é do caráter dos grandes espíritos dizer muito em poucas palavras, inversamente os pequenos espíritos têm o dom de falar muito sem dizer nada.
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Johann Wolfgang von Goethe
Ela diverte-se com um espetáculo inútil; mas para nós a sua peça é muito importante.
60
Johann Wolfgang von Goethe
O sentimentalismo dos ingleses é humorístico e terno; o dos franceses, popular e patético; o dos alemães, ingénuo e realista.
60
Johann Wolfgang von Goethe
Devemos lembrar-nos de que há muitos homens que, sem serem produtivos, estão ansiosos por dizer algo importante, e os resultados são muito curiosos.
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Johann Wolfgang von Goethe
O público deve ser tratado como as mulheres: não lhe deve ser dito absolutamente nada a não ser o que gostam de ouvir.
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Johann Wolfgang von Goethe
Não parece bem que os monarcas falem através da imprensa, pois o poder deve agir e não falar. Os projetos dos liberais conseguem sempre ser lidos: o homem dominado pode ao menos expressar a sua opinião no discurso, porque não pode agir. Quando Mazarino recebeu algumas canções satíricas sobre um novo imposto, disse: «Deixem-nos cantar, desde que paguem».
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