Idioma
Provérbio
Setembro, ou seca as fontes ou leva as pontes.
Tanta chuva pelas candeias, tantas abelhas pelas colmeias.
Semana Santa molhada, terra alterada.
Quem semeia ventos, colhe tempestades.
Queimada a casa, acudir com água.
Quando chove antes da missa, toda a semana borriça.
Quando não chove em Fevereiro, nem prados nem centeio.
Primeiros trovões e relâmpagos, fertilidade de frutos e esterilidade de campos.
Pau deitado não chama trovoada.
Norte frio, água no rio.
Nevoeiro na serra, chuva na terra.
Lua nova trovejada, trinta dias é molhada.
Gaivotas em terra temporal no mar.
Em ano chuvoso, até o diligente é preguiçoso.
Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires nevar, põe-te a cantar.
Em Fevereiro, chuva; em Agosto, uva.
Em Abril águas mil.
Depois da tempestade vem a bonança.
Chovam trinta Maios e não chova em Junho.
Chuva em Dia das Candeias (02/02), ano de ribeiras cheias.
Chove, chove, galinha foge.
Chuva de S. João (24/06) talha o vinho e não dá pão.
Chuva de Junho, peçonha do mundo.
Chuva de ascensão dá palhinhas e pão.