Poemas neste tema
Emoções e Sentimentos
Hugo Pires
Milénio
Por dois mil calhaus subi,
Tropeçando nas suas arestas áridas.
Dois mil socalcos escavei,
Rasgando a terra com as minhas mãos.
Duas mil videiras plantei,
Regando seus pés com a minha esperança.
Dois mil frutos colhi,
E de seu sumo vinho fiz,
E em dois mil litros de desilusão,
Mergulhei enfim sem salvação.
Tropeçando nas suas arestas áridas.
Dois mil socalcos escavei,
Rasgando a terra com as minhas mãos.
Duas mil videiras plantei,
Regando seus pés com a minha esperança.
Dois mil frutos colhi,
E de seu sumo vinho fiz,
E em dois mil litros de desilusão,
Mergulhei enfim sem salvação.
1 077
André Aquino
Em Construção
Ela anda
pela rua distraída
Não sabe que lá fora está perdida
Que não importa para onde vá
Já não existe mais saída.
Mora com um homem sabido
Que pensa que sabe tudo
Mas também está perdido
Quando ela pergunta, ele fica mudo.
Eles têm um filho de madeira
Para combinar com a mobília da sala
Ele chora porque quer mamadeira
Mas nem todo dia é sexta-feira
Eles têm uma filha de pano
Que corre pela casa o dia inteiro
Mas ela nunca fez parte de nenhum plano
Deveria ter escorrido junto com a água pelo ralo
E depois pelo cano
O amor deles é feito de papel
Ela parece ser inocente
Uma mulher como outra qualquer
Sem passado, sem futuro, vivendo no presente
Distante anos-luz da realidade.
Todos estão sempre cansados
Ele gosta de garotas mais novas
Como todos homens casados
Não se importa em ser ridículo
Querem apenas se sentir longe
Da sua morte e das suas covas.
As páginas continuam a ser viradas
Vidas perdidas e corações partidos
A história não tem fim
Está sempre em construção
pela rua distraída
Não sabe que lá fora está perdida
Que não importa para onde vá
Já não existe mais saída.
Mora com um homem sabido
Que pensa que sabe tudo
Mas também está perdido
Quando ela pergunta, ele fica mudo.
Eles têm um filho de madeira
Para combinar com a mobília da sala
Ele chora porque quer mamadeira
Mas nem todo dia é sexta-feira
Eles têm uma filha de pano
Que corre pela casa o dia inteiro
Mas ela nunca fez parte de nenhum plano
Deveria ter escorrido junto com a água pelo ralo
E depois pelo cano
O amor deles é feito de papel
Ela parece ser inocente
Uma mulher como outra qualquer
Sem passado, sem futuro, vivendo no presente
Distante anos-luz da realidade.
Todos estão sempre cansados
Ele gosta de garotas mais novas
Como todos homens casados
Não se importa em ser ridículo
Querem apenas se sentir longe
Da sua morte e das suas covas.
As páginas continuam a ser viradas
Vidas perdidas e corações partidos
A história não tem fim
Está sempre em construção
443
Silvaney Paes
Adão
Ah...Deus!
Retira de mim vossa vergonha,
De que me serve?
Já não podeis
Retira-me de Vós!
Provei do proibido
E já não estou perdido,
Desnudei algum segredo
E vi, ali, além...
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Mais alguém me viu sem pele.
Mais que vós vistes
E tocou-me com os olhos
De carne viva incandescente,
Que morderam e despiram,
Sem mãos, cem mãos,
Ou gengivas com dentes
Que também morderam,
Sem dor, cem gozos...
Para me travesti de Deus!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Poupa-me de vosso legado,
De vosso zelo cioso,
De cicerônicas prestanças,
Pois tudo que carrego é pressa,
De amar...Ah!... Mar...
Sem vergonhas, sem-vergonha,
Mas ponde-vos a meu lado,
Sem esquecimento ou desprezo,
Pois já não sou o vosso anjo
E trago o desiderato de ser mais...
Um ser, único, homem,
E vós me servireis...
Dagora,
Tenho que servir Eva,
Ela já me serve agora.
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Olhei além do turvo que destes,
Onde o silêncio cantava
Insólita balada,
Que não era solitária,
Orquestrada para duas almas
Dagora abraçadas, desnudadas,
Misturando carne nalma...
E me senti água desgarrada,
Que lá no alto reconhecia sua amada
E protestava em tamanha escala,
Que o céu riscava,
Esbravejava, gritava, trovejava,
E como lágrima voltava
Para o seio de sua amada,
Seu amor, Ah!...Mar...Amo!
Como é bom descobrir
Amar...!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Chamastes de serpente
Ao meu desejo...
Mas o desejo brada alto
E forja-se no silêncio
Do peito,
Por detrás dos olhos,
Para que não se veja germinar
E não se possa exterminar
Antes de se estar imperecedouro,
Sendo a insídia de todo amor
Que sempre nos possui...
Cego, esconso, intricado.
Em meio ao infinito,
Cheio de onipotência, onipresente.
O tudo, o nada, o vago, o que faltava...
Simplesmente Amor... Mar...
Provedor de nós...
Pai de minha transgressão,
De toda a rebeldia,
De estar à vossa revelia,
Fruto desse Amor... Eva...
Há...Deus,
Além de Vós...
Retira de mim vossa vergonha,
De que me serve?
Já não podeis
Retira-me de Vós!
Provei do proibido
E já não estou perdido,
Desnudei algum segredo
E vi, ali, além...
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Mais alguém me viu sem pele.
Mais que vós vistes
E tocou-me com os olhos
De carne viva incandescente,
Que morderam e despiram,
Sem mãos, cem mãos,
Ou gengivas com dentes
Que também morderam,
Sem dor, cem gozos...
Para me travesti de Deus!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Poupa-me de vosso legado,
De vosso zelo cioso,
De cicerônicas prestanças,
Pois tudo que carrego é pressa,
De amar...Ah!... Mar...
Sem vergonhas, sem-vergonha,
Mas ponde-vos a meu lado,
Sem esquecimento ou desprezo,
Pois já não sou o vosso anjo
E trago o desiderato de ser mais...
Um ser, único, homem,
E vós me servireis...
Dagora,
Tenho que servir Eva,
Ela já me serve agora.
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Olhei além do turvo que destes,
Onde o silêncio cantava
Insólita balada,
Que não era solitária,
Orquestrada para duas almas
Dagora abraçadas, desnudadas,
Misturando carne nalma...
E me senti água desgarrada,
Que lá no alto reconhecia sua amada
E protestava em tamanha escala,
Que o céu riscava,
Esbravejava, gritava, trovejava,
E como lágrima voltava
Para o seio de sua amada,
Seu amor, Ah!...Mar...Amo!
Como é bom descobrir
Amar...!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Chamastes de serpente
Ao meu desejo...
Mas o desejo brada alto
E forja-se no silêncio
Do peito,
Por detrás dos olhos,
Para que não se veja germinar
E não se possa exterminar
Antes de se estar imperecedouro,
Sendo a insídia de todo amor
Que sempre nos possui...
Cego, esconso, intricado.
Em meio ao infinito,
Cheio de onipotência, onipresente.
O tudo, o nada, o vago, o que faltava...
Simplesmente Amor... Mar...
Provedor de nós...
Pai de minha transgressão,
De toda a rebeldia,
De estar à vossa revelia,
Fruto desse Amor... Eva...
Há...Deus,
Além de Vós...
796
Silvaney Paes
Adão
Ah...Deus!
Retira de mim vossa vergonha,
De que me serve?
Já não podeis
Retira-me de Vós!
Provei do proibido
E já não estou perdido,
Desnudei algum segredo
E vi, ali, além...
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Mais alguém me viu sem pele.
Mais que vós vistes
E tocou-me com os olhos
De carne viva incandescente,
Que morderam e despiram,
Sem mãos, cem mãos,
Ou gengivas com dentes
Que também morderam,
Sem dor, cem gozos...
Para me travesti de Deus!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Poupa-me de vosso legado,
De vosso zelo cioso,
De cicerônicas prestanças,
Pois tudo que carrego é pressa,
De amar...Ah!... Mar...
Sem vergonhas, sem-vergonha,
Mas ponde-vos a meu lado,
Sem esquecimento ou desprezo,
Pois já não sou o vosso anjo
E trago o desiderato de ser mais...
Um ser, único, homem,
E vós me servireis...
Dagora,
Tenho que servir Eva,
Ela já me serve agora.
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Olhei além do turvo que destes,
Onde o silêncio cantava
Insólita balada,
Que não era solitária,
Orquestrada para duas almas
Dagora abraçadas, desnudadas,
Misturando carne nalma...
E me senti água desgarrada,
Que lá no alto reconhecia sua amada
E protestava em tamanha escala,
Que o céu riscava,
Esbravejava, gritava, trovejava,
E como lágrima voltava
Para o seio de sua amada,
Seu amor, Ah!...Mar...Amo!
Como é bom descobrir
Amar...!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Chamastes de serpente
Ao meu desejo...
Mas o desejo brada alto
E forja-se no silêncio
Do peito,
Por detrás dos olhos,
Para que não se veja germinar
E não se possa exterminar
Antes de se estar imperecedouro,
Sendo a insídia de todo amor
Que sempre nos possui...
Cego, esconso, intricado.
Em meio ao infinito,
Cheio de onipotência, onipresente.
O tudo, o nada, o vago, o que faltava...
Simplesmente Amor... Mar...
Provedor de nós...
Pai de minha transgressão,
De toda a rebeldia,
De estar à vossa revelia,
Fruto desse Amor... Eva...
Há...Deus,
Além de Vós...
Retira de mim vossa vergonha,
De que me serve?
Já não podeis
Retira-me de Vós!
Provei do proibido
E já não estou perdido,
Desnudei algum segredo
E vi, ali, além...
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Mais alguém me viu sem pele.
Mais que vós vistes
E tocou-me com os olhos
De carne viva incandescente,
Que morderam e despiram,
Sem mãos, cem mãos,
Ou gengivas com dentes
Que também morderam,
Sem dor, cem gozos...
Para me travesti de Deus!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Poupa-me de vosso legado,
De vosso zelo cioso,
De cicerônicas prestanças,
Pois tudo que carrego é pressa,
De amar...Ah!... Mar...
Sem vergonhas, sem-vergonha,
Mas ponde-vos a meu lado,
Sem esquecimento ou desprezo,
Pois já não sou o vosso anjo
E trago o desiderato de ser mais...
Um ser, único, homem,
E vós me servireis...
Dagora,
Tenho que servir Eva,
Ela já me serve agora.
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Olhei além do turvo que destes,
Onde o silêncio cantava
Insólita balada,
Que não era solitária,
Orquestrada para duas almas
Dagora abraçadas, desnudadas,
Misturando carne nalma...
E me senti água desgarrada,
Que lá no alto reconhecia sua amada
E protestava em tamanha escala,
Que o céu riscava,
Esbravejava, gritava, trovejava,
E como lágrima voltava
Para o seio de sua amada,
Seu amor, Ah!...Mar...Amo!
Como é bom descobrir
Amar...!
Há...Deus,
Além de Vós...
Ah...Deus!
Chamastes de serpente
Ao meu desejo...
Mas o desejo brada alto
E forja-se no silêncio
Do peito,
Por detrás dos olhos,
Para que não se veja germinar
E não se possa exterminar
Antes de se estar imperecedouro,
Sendo a insídia de todo amor
Que sempre nos possui...
Cego, esconso, intricado.
Em meio ao infinito,
Cheio de onipotência, onipresente.
O tudo, o nada, o vago, o que faltava...
Simplesmente Amor... Mar...
Provedor de nós...
Pai de minha transgressão,
De toda a rebeldia,
De estar à vossa revelia,
Fruto desse Amor... Eva...
Há...Deus,
Além de Vós...
796
Sylvio Persivo
Possibilidades
Há um espelho onde não me vejo...
Outros não me verão jamais e sempre
Há outros e outros que não refletem
Minha figura. O mesmo ocorre com os beijos
Dados e os que desejei, mas não fiz
O gesto, ou o modo correto, para
Encontrar outros lábios que queria,
Mas teriam me feito mais feliz?
Outros beijos, outros espelhos são
Possibilidades que se perderam
Ou talvez tenham sido só a ilusão
De que fosse possível outra forma
Porque se os fatos não aconteceram
É provável que obedeceram uma norma.
Outros não me verão jamais e sempre
Há outros e outros que não refletem
Minha figura. O mesmo ocorre com os beijos
Dados e os que desejei, mas não fiz
O gesto, ou o modo correto, para
Encontrar outros lábios que queria,
Mas teriam me feito mais feliz?
Outros beijos, outros espelhos são
Possibilidades que se perderam
Ou talvez tenham sido só a ilusão
De que fosse possível outra forma
Porque se os fatos não aconteceram
É provável que obedeceram uma norma.
866
Andres Provi Pereira
Mia, Vulevo a ti
luego...
Mía, vuelvo
a tí luego de los años de ausencia camino por doquier mis pies me guien
y me hiere la nostalgia que piensa en el ayer, ese ayer de aventuras
y locuras juveniles que tejieron ilusiones en cada tarde de arena y
frente al mar cromado una vez más siento la brisa serena Mía, los días
y los años de milejanía te han cambiado, más hermosa y madura eres,
camino por tus calles llenas de recuerdos y las esquinas aún conservan
las travesuras de mi infancia y los días tempranos de la adolescensia.
Hoy te palpo y a los ojos puedo mirarte, tus lágrimas se confunden con
las mías y se que amas mi presencia. Mía, cómo no amarte, cómo estar
lejos y no adorarte si de ti mi vida está llena, mi vida está formada.
Llevo muy dentro el amor de tus raíces y tu dulce savia a hago mía y
me hago tuyo, se que amas mi presencia. Cómo olvidarte, en ti están
mis días de la secundaria, hoy recorro las aulas, hay tanto de mí y
los pupitres me recuerdan, mi lugar favorito, la cueva de rocas, hoy
está solitaria. Mía, tus palmeras y el sol ardiente me recuerdan las
tardes domingueras cuando tu mar me cubría de alegría, cuando sumergido
en tus aguas de colores buscaba la barracuda que Simón tantas veces
pregonaba, tiene ojos verdes, lágrimas azules y es hermosa, la busque
y nunca, nunca pude hallarla. Te amaré por siempre mía, perla del mar
olorosa.
Mía, vuelvo
a tí luego de los años de ausencia camino por doquier mis pies me guien
y me hiere la nostalgia que piensa en el ayer, ese ayer de aventuras
y locuras juveniles que tejieron ilusiones en cada tarde de arena y
frente al mar cromado una vez más siento la brisa serena Mía, los días
y los años de milejanía te han cambiado, más hermosa y madura eres,
camino por tus calles llenas de recuerdos y las esquinas aún conservan
las travesuras de mi infancia y los días tempranos de la adolescensia.
Hoy te palpo y a los ojos puedo mirarte, tus lágrimas se confunden con
las mías y se que amas mi presencia. Mía, cómo no amarte, cómo estar
lejos y no adorarte si de ti mi vida está llena, mi vida está formada.
Llevo muy dentro el amor de tus raíces y tu dulce savia a hago mía y
me hago tuyo, se que amas mi presencia. Cómo olvidarte, en ti están
mis días de la secundaria, hoy recorro las aulas, hay tanto de mí y
los pupitres me recuerdan, mi lugar favorito, la cueva de rocas, hoy
está solitaria. Mía, tus palmeras y el sol ardiente me recuerdan las
tardes domingueras cuando tu mar me cubría de alegría, cuando sumergido
en tus aguas de colores buscaba la barracuda que Simón tantas veces
pregonaba, tiene ojos verdes, lágrimas azules y es hermosa, la busque
y nunca, nunca pude hallarla. Te amaré por siempre mía, perla del mar
olorosa.
905
Andres Provi Pereira
Mia, Vulevo a ti
luego...
Mía, vuelvo
a tí luego de los años de ausencia camino por doquier mis pies me guien
y me hiere la nostalgia que piensa en el ayer, ese ayer de aventuras
y locuras juveniles que tejieron ilusiones en cada tarde de arena y
frente al mar cromado una vez más siento la brisa serena Mía, los días
y los años de milejanía te han cambiado, más hermosa y madura eres,
camino por tus calles llenas de recuerdos y las esquinas aún conservan
las travesuras de mi infancia y los días tempranos de la adolescensia.
Hoy te palpo y a los ojos puedo mirarte, tus lágrimas se confunden con
las mías y se que amas mi presencia. Mía, cómo no amarte, cómo estar
lejos y no adorarte si de ti mi vida está llena, mi vida está formada.
Llevo muy dentro el amor de tus raíces y tu dulce savia a hago mía y
me hago tuyo, se que amas mi presencia. Cómo olvidarte, en ti están
mis días de la secundaria, hoy recorro las aulas, hay tanto de mí y
los pupitres me recuerdan, mi lugar favorito, la cueva de rocas, hoy
está solitaria. Mía, tus palmeras y el sol ardiente me recuerdan las
tardes domingueras cuando tu mar me cubría de alegría, cuando sumergido
en tus aguas de colores buscaba la barracuda que Simón tantas veces
pregonaba, tiene ojos verdes, lágrimas azules y es hermosa, la busque
y nunca, nunca pude hallarla. Te amaré por siempre mía, perla del mar
olorosa.
Mía, vuelvo
a tí luego de los años de ausencia camino por doquier mis pies me guien
y me hiere la nostalgia que piensa en el ayer, ese ayer de aventuras
y locuras juveniles que tejieron ilusiones en cada tarde de arena y
frente al mar cromado una vez más siento la brisa serena Mía, los días
y los años de milejanía te han cambiado, más hermosa y madura eres,
camino por tus calles llenas de recuerdos y las esquinas aún conservan
las travesuras de mi infancia y los días tempranos de la adolescensia.
Hoy te palpo y a los ojos puedo mirarte, tus lágrimas se confunden con
las mías y se que amas mi presencia. Mía, cómo no amarte, cómo estar
lejos y no adorarte si de ti mi vida está llena, mi vida está formada.
Llevo muy dentro el amor de tus raíces y tu dulce savia a hago mía y
me hago tuyo, se que amas mi presencia. Cómo olvidarte, en ti están
mis días de la secundaria, hoy recorro las aulas, hay tanto de mí y
los pupitres me recuerdan, mi lugar favorito, la cueva de rocas, hoy
está solitaria. Mía, tus palmeras y el sol ardiente me recuerdan las
tardes domingueras cuando tu mar me cubría de alegría, cuando sumergido
en tus aguas de colores buscaba la barracuda que Simón tantas veces
pregonaba, tiene ojos verdes, lágrimas azules y es hermosa, la busque
y nunca, nunca pude hallarla. Te amaré por siempre mía, perla del mar
olorosa.
905
Agostina Akemi Sasaoka
Cântico
Abre-te,
anjo,
das asas que pendes
e rola vagaroso
entre os espinhos da coroa.
Sucumbe,
ainda tolo,
dentro do último riso
à espera do mar.
Nada cantará esta noite
- de crepúsculo inusitado -
Dos ossos que sustentam
teus olhos em sangue,
extraio, sem cuidado,
o único vestígio
da vida decadente.
Não mintas,
ainda que a boca
gravídica
tente o suicídio.
Dá a paz
a todos os insetos
abaixo de teu olhar.
Sepulta-me
entre as pétalas
do cárcere dos lobos.
Estás certo...
Ainda que o sol
se deteriore,
sou a porta.
anjo,
das asas que pendes
e rola vagaroso
entre os espinhos da coroa.
Sucumbe,
ainda tolo,
dentro do último riso
à espera do mar.
Nada cantará esta noite
- de crepúsculo inusitado -
Dos ossos que sustentam
teus olhos em sangue,
extraio, sem cuidado,
o único vestígio
da vida decadente.
Não mintas,
ainda que a boca
gravídica
tente o suicídio.
Dá a paz
a todos os insetos
abaixo de teu olhar.
Sepulta-me
entre as pétalas
do cárcere dos lobos.
Estás certo...
Ainda que o sol
se deteriore,
sou a porta.
846
Agostina Akemi Sasaoka
Ligações Cruas
Gemeu
a escuridão...
No abraço silencioso
entre o muro e a noite,
tombaram os corpos.
Sobre as almas,
escorreram a dor e a paixão...
Por todas as esquinas,
esqueceram seus beijos
os amantes nictálopes.
Cada beco
ficou úmido, extático...
Tocaram, trocaram-se.
Um gomo de prazer
fartou o sono.
Assim,
o sexo se ajoelhou
perante as estrelas
e transpirou amor.
a escuridão...
No abraço silencioso
entre o muro e a noite,
tombaram os corpos.
Sobre as almas,
escorreram a dor e a paixão...
Por todas as esquinas,
esqueceram seus beijos
os amantes nictálopes.
Cada beco
ficou úmido, extático...
Tocaram, trocaram-se.
Um gomo de prazer
fartou o sono.
Assim,
o sexo se ajoelhou
perante as estrelas
e transpirou amor.
838
André Aquino
Poemas Tristes
Às
vezes poemas querem dizer tanta coisa
Outras não dizem nada
Querem transformar letras mortas
Em vida animada
Decompor frases tortas
Em palavra certa ou errada
Poesias são restos de sentimento
Cacos de liberdade ou coisa parecida
Fragmentos de dor e pensamento
Centelhas de emoção que querem ganhar vida.
Poetas são eternos sofredores
Podem ser mentirosos ou fingidores
Uns falam de alegrias outros de amores
Alguns tentam transformar o que está invisível
Em algo que tenha cores
E podem trazer a tona às lágrimas represadas
Do que se julga um insensível
Poemas podem falar de tudo
Ensinar a um cego o que é vazio
Põe palavras na boca de um mudo
Sopra frases aos ouvidos de um surdo
Mas eu gosto de escrever poemas tristes
Cada verso é uma batida do meu coração
As palavras são como reflexos do meu olhar
São lugares onde me perco para poder achar
A dor de viver aflora nas frases desse poema emoção
Se alguém algum dia quiser saber por onde andei
Ou quem eu fui
Que leia os meus versos
Porque foi neles onde fui mais feliz onde mais amei
Nos meus versos sou mais do que poderia ser
Quero aqui para sempre poder viver.
Ser poeta é transformar a própria vida em poesia
Os dias são os versos
As horas são as frases
As palavras são o agora
Ser poeta é viver amando o que não pode ser amado
É sentir saudade de algo que ainda não aconteceu
É chorar até a ultima lágrima
É sorrir até o ultimo sorriso
Todos nós somos poetas
Porque todos nós amamos
Uma partícula de mim está dentro de você
Eu e você no mesmo coração...
vezes poemas querem dizer tanta coisa
Outras não dizem nada
Querem transformar letras mortas
Em vida animada
Decompor frases tortas
Em palavra certa ou errada
Poesias são restos de sentimento
Cacos de liberdade ou coisa parecida
Fragmentos de dor e pensamento
Centelhas de emoção que querem ganhar vida.
Poetas são eternos sofredores
Podem ser mentirosos ou fingidores
Uns falam de alegrias outros de amores
Alguns tentam transformar o que está invisível
Em algo que tenha cores
E podem trazer a tona às lágrimas represadas
Do que se julga um insensível
Poemas podem falar de tudo
Ensinar a um cego o que é vazio
Põe palavras na boca de um mudo
Sopra frases aos ouvidos de um surdo
Mas eu gosto de escrever poemas tristes
Cada verso é uma batida do meu coração
As palavras são como reflexos do meu olhar
São lugares onde me perco para poder achar
A dor de viver aflora nas frases desse poema emoção
Se alguém algum dia quiser saber por onde andei
Ou quem eu fui
Que leia os meus versos
Porque foi neles onde fui mais feliz onde mais amei
Nos meus versos sou mais do que poderia ser
Quero aqui para sempre poder viver.
Ser poeta é transformar a própria vida em poesia
Os dias são os versos
As horas são as frases
As palavras são o agora
Ser poeta é viver amando o que não pode ser amado
É sentir saudade de algo que ainda não aconteceu
É chorar até a ultima lágrima
É sorrir até o ultimo sorriso
Todos nós somos poetas
Porque todos nós amamos
Uma partícula de mim está dentro de você
Eu e você no mesmo coração...
837
André Aquino
Poemas Tristes
Às
vezes poemas querem dizer tanta coisa
Outras não dizem nada
Querem transformar letras mortas
Em vida animada
Decompor frases tortas
Em palavra certa ou errada
Poesias são restos de sentimento
Cacos de liberdade ou coisa parecida
Fragmentos de dor e pensamento
Centelhas de emoção que querem ganhar vida.
Poetas são eternos sofredores
Podem ser mentirosos ou fingidores
Uns falam de alegrias outros de amores
Alguns tentam transformar o que está invisível
Em algo que tenha cores
E podem trazer a tona às lágrimas represadas
Do que se julga um insensível
Poemas podem falar de tudo
Ensinar a um cego o que é vazio
Põe palavras na boca de um mudo
Sopra frases aos ouvidos de um surdo
Mas eu gosto de escrever poemas tristes
Cada verso é uma batida do meu coração
As palavras são como reflexos do meu olhar
São lugares onde me perco para poder achar
A dor de viver aflora nas frases desse poema emoção
Se alguém algum dia quiser saber por onde andei
Ou quem eu fui
Que leia os meus versos
Porque foi neles onde fui mais feliz onde mais amei
Nos meus versos sou mais do que poderia ser
Quero aqui para sempre poder viver.
Ser poeta é transformar a própria vida em poesia
Os dias são os versos
As horas são as frases
As palavras são o agora
Ser poeta é viver amando o que não pode ser amado
É sentir saudade de algo que ainda não aconteceu
É chorar até a ultima lágrima
É sorrir até o ultimo sorriso
Todos nós somos poetas
Porque todos nós amamos
Uma partícula de mim está dentro de você
Eu e você no mesmo coração...
vezes poemas querem dizer tanta coisa
Outras não dizem nada
Querem transformar letras mortas
Em vida animada
Decompor frases tortas
Em palavra certa ou errada
Poesias são restos de sentimento
Cacos de liberdade ou coisa parecida
Fragmentos de dor e pensamento
Centelhas de emoção que querem ganhar vida.
Poetas são eternos sofredores
Podem ser mentirosos ou fingidores
Uns falam de alegrias outros de amores
Alguns tentam transformar o que está invisível
Em algo que tenha cores
E podem trazer a tona às lágrimas represadas
Do que se julga um insensível
Poemas podem falar de tudo
Ensinar a um cego o que é vazio
Põe palavras na boca de um mudo
Sopra frases aos ouvidos de um surdo
Mas eu gosto de escrever poemas tristes
Cada verso é uma batida do meu coração
As palavras são como reflexos do meu olhar
São lugares onde me perco para poder achar
A dor de viver aflora nas frases desse poema emoção
Se alguém algum dia quiser saber por onde andei
Ou quem eu fui
Que leia os meus versos
Porque foi neles onde fui mais feliz onde mais amei
Nos meus versos sou mais do que poderia ser
Quero aqui para sempre poder viver.
Ser poeta é transformar a própria vida em poesia
Os dias são os versos
As horas são as frases
As palavras são o agora
Ser poeta é viver amando o que não pode ser amado
É sentir saudade de algo que ainda não aconteceu
É chorar até a ultima lágrima
É sorrir até o ultimo sorriso
Todos nós somos poetas
Porque todos nós amamos
Uma partícula de mim está dentro de você
Eu e você no mesmo coração...
837
Jorge Viegas
Saudade
Pairam ascendentes seduções
Nas formas cor de purpura
Da mística brisa distante.
Suaves recordações
Invisíveis fontes puras
Acordam na memória viajante.
Saudade,
Aquele calor sensível
Que se esconde no forro íntimo do sentimento
Aquela onda suave
Que refresca os horizontes da verdade
Aquele arrepio simples
Que se estende pelos sentidos da memória
Aquela fita silenciosa
Que se projecta no interior do peito
Aquele ardor nostálgico
Que se instala na serenidade do horizonte
Aquele murmúrio terno
Que ilumina a canção do olhar
Aquela seiva melancólica
Que alimenta os rios intermináveis do corpo
Há muito que não vejo
Aquele olhar radiante
Sorvendo a sensualidade do ar.
Nas formas cor de purpura
Da mística brisa distante.
Suaves recordações
Invisíveis fontes puras
Acordam na memória viajante.
Saudade,
Aquele calor sensível
Que se esconde no forro íntimo do sentimento
Aquela onda suave
Que refresca os horizontes da verdade
Aquele arrepio simples
Que se estende pelos sentidos da memória
Aquela fita silenciosa
Que se projecta no interior do peito
Aquele ardor nostálgico
Que se instala na serenidade do horizonte
Aquele murmúrio terno
Que ilumina a canção do olhar
Aquela seiva melancólica
Que alimenta os rios intermináveis do corpo
Há muito que não vejo
Aquele olhar radiante
Sorvendo a sensualidade do ar.
1 306
Jorge Viegas
Saudade
Pairam ascendentes seduções
Nas formas cor de purpura
Da mística brisa distante.
Suaves recordações
Invisíveis fontes puras
Acordam na memória viajante.
Saudade,
Aquele calor sensível
Que se esconde no forro íntimo do sentimento
Aquela onda suave
Que refresca os horizontes da verdade
Aquele arrepio simples
Que se estende pelos sentidos da memória
Aquela fita silenciosa
Que se projecta no interior do peito
Aquele ardor nostálgico
Que se instala na serenidade do horizonte
Aquele murmúrio terno
Que ilumina a canção do olhar
Aquela seiva melancólica
Que alimenta os rios intermináveis do corpo
Há muito que não vejo
Aquele olhar radiante
Sorvendo a sensualidade do ar.
Nas formas cor de purpura
Da mística brisa distante.
Suaves recordações
Invisíveis fontes puras
Acordam na memória viajante.
Saudade,
Aquele calor sensível
Que se esconde no forro íntimo do sentimento
Aquela onda suave
Que refresca os horizontes da verdade
Aquele arrepio simples
Que se estende pelos sentidos da memória
Aquela fita silenciosa
Que se projecta no interior do peito
Aquele ardor nostálgico
Que se instala na serenidade do horizonte
Aquele murmúrio terno
Que ilumina a canção do olhar
Aquela seiva melancólica
Que alimenta os rios intermináveis do corpo
Há muito que não vejo
Aquele olhar radiante
Sorvendo a sensualidade do ar.
1 306
Jorge Viegas
Saudade
Pairam ascendentes seduções
Nas formas cor de purpura
Da mística brisa distante.
Suaves recordações
Invisíveis fontes puras
Acordam na memória viajante.
Saudade,
Aquele calor sensível
Que se esconde no forro íntimo do sentimento
Aquela onda suave
Que refresca os horizontes da verdade
Aquele arrepio simples
Que se estende pelos sentidos da memória
Aquela fita silenciosa
Que se projecta no interior do peito
Aquele ardor nostálgico
Que se instala na serenidade do horizonte
Aquele murmúrio terno
Que ilumina a canção do olhar
Aquela seiva melancólica
Que alimenta os rios intermináveis do corpo
Há muito que não vejo
Aquele olhar radiante
Sorvendo a sensualidade do ar.
Nas formas cor de purpura
Da mística brisa distante.
Suaves recordações
Invisíveis fontes puras
Acordam na memória viajante.
Saudade,
Aquele calor sensível
Que se esconde no forro íntimo do sentimento
Aquela onda suave
Que refresca os horizontes da verdade
Aquele arrepio simples
Que se estende pelos sentidos da memória
Aquela fita silenciosa
Que se projecta no interior do peito
Aquele ardor nostálgico
Que se instala na serenidade do horizonte
Aquele murmúrio terno
Que ilumina a canção do olhar
Aquela seiva melancólica
Que alimenta os rios intermináveis do corpo
Há muito que não vejo
Aquele olhar radiante
Sorvendo a sensualidade do ar.
1 306
Lucas Tenório
A uma Nau
Flutua... flutua e me leva aos esquadros
Ó nau dos meus sonhos, mágica e bela...
Pinta-me a natureza em doirada tela
E traz-me à presença o mais belo dos quadros.
Viaja comigo até o fim do horizonte,
Onde se acaba o arco-íris em policromia
E dos últimos fachos dessa luz do dia,
me apresente o luar, às nuvens defronte.
Que as horas me esqueçam, e que siga em vão...
Que seja primavera em toda a estação
E pássaros cantem melodias queridas.
Pois que ao morrer, ó minha singela nave,
Quero levar-te esse tempo para uma nova vida
E contigo vagar por toda a eternidade.
Ó nau dos meus sonhos, mágica e bela...
Pinta-me a natureza em doirada tela
E traz-me à presença o mais belo dos quadros.
Viaja comigo até o fim do horizonte,
Onde se acaba o arco-íris em policromia
E dos últimos fachos dessa luz do dia,
me apresente o luar, às nuvens defronte.
Que as horas me esqueçam, e que siga em vão...
Que seja primavera em toda a estação
E pássaros cantem melodias queridas.
Pois que ao morrer, ó minha singela nave,
Quero levar-te esse tempo para uma nova vida
E contigo vagar por toda a eternidade.
702
Jorge Viegas
Magia
Quando pela manhã se abrem as janelas
E entra a brisa da felicidade, isto é magia.
Quando se cheira uma rosa encantada
E se sente o perfume de um beijo ardente, isto é magia.
Quando os raios escaldantes do sol
Se transformam em fonte eterna, isto é magia.
Quando se mergulha nas gotas da chuva
E navegamos pela imensidão, isto é magia.
Quando se toca na cores quentes do por do sol
E descobrimos cânticos dourados, isto é magia.
Quando se vê no reflexo do brilho do luar
Os contornos íntimos da sua beleza,
Se sente o perfume ardente do teu beijo,
O calor penetrante da tua ternura,
A imensidão absorvente do teu carinho,
Isto é AMOR.
E entra a brisa da felicidade, isto é magia.
Quando se cheira uma rosa encantada
E se sente o perfume de um beijo ardente, isto é magia.
Quando os raios escaldantes do sol
Se transformam em fonte eterna, isto é magia.
Quando se mergulha nas gotas da chuva
E navegamos pela imensidão, isto é magia.
Quando se toca na cores quentes do por do sol
E descobrimos cânticos dourados, isto é magia.
Quando se vê no reflexo do brilho do luar
Os contornos íntimos da sua beleza,
Se sente o perfume ardente do teu beijo,
O calor penetrante da tua ternura,
A imensidão absorvente do teu carinho,
Isto é AMOR.
1 947
Emídia Felipe
A Meu Pai
Cansado
de lutar, o guerreiro subiu ao monte mais alto e disse: " – Mestre,
não quero me entregar, mas sou fraco. Quero acreditar, mas minha
fé é pouca.
Quero vencer, mas estou cansado. Não quero ser covarde, mas tenho
medo."
Depois, sentou-se em uma pedra, baixou a cabeça e viu como sua
espada
reluzia apesar dos arranhões. Lembrou-se de cada combate que
havia trazido
cada arranhão. Levantou-se, tomou a espada em suas mãos,
empunhou-a com
firmeza e, vendo o sol refletir na sua lâmina, olhou ao redor
... Viu muito
até a linha do horizonte, viu muitas coisas. Seu pensamento,
porém, viajou
muito além de onde seu olhar podia alcançar. Refez então
a sua fala: "-
Mestre, é preciso pensar ser forte para continuar? É preciso
pensar ser
grande a fé para acreditar? É preciso estar intacto para
vencer? É preciso
ter coragem para enfrentar a escuridão?"
Certo de que havia encontrado a resposta, o guerreiro desceu o monte
com a
certeza de que bastava a ele confiar em si e em seu Senhor para seguir
em
frente e cumprir sua jornada.
de lutar, o guerreiro subiu ao monte mais alto e disse: " – Mestre,
não quero me entregar, mas sou fraco. Quero acreditar, mas minha
fé é pouca.
Quero vencer, mas estou cansado. Não quero ser covarde, mas tenho
medo."
Depois, sentou-se em uma pedra, baixou a cabeça e viu como sua
espada
reluzia apesar dos arranhões. Lembrou-se de cada combate que
havia trazido
cada arranhão. Levantou-se, tomou a espada em suas mãos,
empunhou-a com
firmeza e, vendo o sol refletir na sua lâmina, olhou ao redor
... Viu muito
até a linha do horizonte, viu muitas coisas. Seu pensamento,
porém, viajou
muito além de onde seu olhar podia alcançar. Refez então
a sua fala: "-
Mestre, é preciso pensar ser forte para continuar? É preciso
pensar ser
grande a fé para acreditar? É preciso estar intacto para
vencer? É preciso
ter coragem para enfrentar a escuridão?"
Certo de que havia encontrado a resposta, o guerreiro desceu o monte
com a
certeza de que bastava a ele confiar em si e em seu Senhor para seguir
em
frente e cumprir sua jornada.
912
Emídia Felipe
Felicidade
Tudo
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
804
Emídia Felipe
Felicidade
Tudo
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
804
Emídia Felipe
Felicidade
Tudo
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
804
Emídia Felipe
Felicidade
Tudo
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
parece estar tranqüilo
as coisas estão tão calmas
até o céu se mostra mais amigo
deve ser por isso
Que as pessoas procuram o amor
Quando se é vazio
solitário e se vive com a dor
a felicidade se torna um sonho distante
onde se está é cinza e necessita ter cor
Olhando ao redor
uma dúvida a cada instante
Mas não é só isso
Ainda existem canções
e sonhos bons
Aparecem corações
que também procuram um rumo
Surgem horizontes
que fazem aumentar o tamanho do mundo
e ele passa a ser seu
Os olhos começam a ver tudo diferente
sem querer ou só por isso
esquece tudo que aconteceu
de repente
Até o ar parece ser mais puro
e o que de mais existe ainda fica
perto,
mas do outro lado do muro.
804
Jorge Viegas
Gratidão
Gratidão
é dádiva de Deus,
Em tudo dai graças, Paulo dizia,
Pela salvação que vem dos céus,
Graças a Ele ainda que tardia.
O agradecer não humilha, edifica
Nossas vidas que o mal persegue
E nos cerca de tudo que não vivifica,
Enobrece o homem que a Deus segue.
Graças pela doença, graças pela saúde.
Por fracassos para que Deus nos ajude
Até a vitoria final e júbilo que abraças.
Sejamos humildes, sejamos gratos
Pelas bênçãos, e também pelos ingratos,
Por insignificâncias, ... Em tudo dai graças.
é dádiva de Deus,
Em tudo dai graças, Paulo dizia,
Pela salvação que vem dos céus,
Graças a Ele ainda que tardia.
O agradecer não humilha, edifica
Nossas vidas que o mal persegue
E nos cerca de tudo que não vivifica,
Enobrece o homem que a Deus segue.
Graças pela doença, graças pela saúde.
Por fracassos para que Deus nos ajude
Até a vitoria final e júbilo que abraças.
Sejamos humildes, sejamos gratos
Pelas bênçãos, e também pelos ingratos,
Por insignificâncias, ... Em tudo dai graças.
1 834
Silvaney Paes
O Tempo
Silêncio
que grita e espera
Por uma voz que assoma e apega
De fazer poemas na espera
Desse amor que a mim se apega
Não saber desse amar a espera
E de uma dor que só agora se apega
Que pela alma se espalha, dilacera.
De só sofrer na espera
E quando à noite, finda a espera.
Há em mim um torpor que se agrega
Por um amor que assoma e se apega
Chegou o amor que de ha muito se espera
E de toda uma vida de espera
De uma dor que se agrega
De um torpor que dilacera
Nada mais importa.
Chegas-te.
Fim da Dor e da Espera
que grita e espera
Por uma voz que assoma e apega
De fazer poemas na espera
Desse amor que a mim se apega
Não saber desse amar a espera
E de uma dor que só agora se apega
Que pela alma se espalha, dilacera.
De só sofrer na espera
E quando à noite, finda a espera.
Há em mim um torpor que se agrega
Por um amor que assoma e se apega
Chegou o amor que de ha muito se espera
E de toda uma vida de espera
De uma dor que se agrega
De um torpor que dilacera
Nada mais importa.
Chegas-te.
Fim da Dor e da Espera
845
Silvaney Paes
O Tempo
Silêncio
que grita e espera
Por uma voz que assoma e apega
De fazer poemas na espera
Desse amor que a mim se apega
Não saber desse amar a espera
E de uma dor que só agora se apega
Que pela alma se espalha, dilacera.
De só sofrer na espera
E quando à noite, finda a espera.
Há em mim um torpor que se agrega
Por um amor que assoma e se apega
Chegou o amor que de ha muito se espera
E de toda uma vida de espera
De uma dor que se agrega
De um torpor que dilacera
Nada mais importa.
Chegas-te.
Fim da Dor e da Espera
que grita e espera
Por uma voz que assoma e apega
De fazer poemas na espera
Desse amor que a mim se apega
Não saber desse amar a espera
E de uma dor que só agora se apega
Que pela alma se espalha, dilacera.
De só sofrer na espera
E quando à noite, finda a espera.
Há em mim um torpor que se agrega
Por um amor que assoma e se apega
Chegou o amor que de ha muito se espera
E de toda uma vida de espera
De uma dor que se agrega
De um torpor que dilacera
Nada mais importa.
Chegas-te.
Fim da Dor e da Espera
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