Emoções e Sentimentos
William Shakespeare
A alma do homem é como um espelho, que reflete os nossos pensamentos e desejos.
William Shakespeare
Quando as adversidades chegam, elas não vêm como espiões isolados, mas em batalhões.
William Shakespeare
O teu senhor está rico; é por isso que todos te chamam de generoso. Se ele fosse pobre, ninguém o chamaria de amigo.
William Shakespeare
Violentas alegrias têm fim violento, falecendo no triunfo, como a pólvora e o fogo, que num beijo se consomem.
William Shakespeare
Alegria, amigos gentis, alegria e novos dias de amor acompanham os vossos corações!
William Shakespeare
Alegria, amigos gentis, alegria e novos dias de amor acompanham os vossos corações!
William Shakespeare
Se fazer fosse tão fácil quanto saber o que seria bom fazer, as capelas seriam igrejas, e as choupanas dos pobres, palácios de príncipes.
William Shakespeare
Pois onde tu estás, ali está o próprio mundo, e onde tu não estás, há desolação.
Karl Kraus
Por meio dos seus fiascos políticos, a Áustria conseguiu chamar a atenção do grande mundo e, finalmente, deixar de ser confundida com a Austrália.
Karl Kraus
A quantidade diminui o lucro sob todos os aspectos. A atração que os trajes exercem sobre as mulheres diminuiu, e o que sobrou foi a desilusão erótica. Visto que às mulheres agrada apenas aquilo que chama a atenção, o homem que usa uma roupa civil voltou a ter hoje as melhores perspetivas, o que também vale para o trapalhão de quem se diz ter se destacado por uma covardia especial diante do inimigo; pois qualquer um pode ser herói. Ocorre exatamente o mesmo que nos bailes de máscaras, em que cada pessoa promete para si mesma causar a maior sensação; quando ele termina, porém, ela reconhece que se quisesse ter chamado a atenção deveria ter usado um fraque, pois o nariz postiço era comum a todos.
Karl Kraus
A quantidade diminui o lucro sob todos os aspectos. A atração que os trajes exercem sobre as mulheres diminuiu, e o que sobrou foi a desilusão erótica. Visto que às mulheres agrada apenas aquilo que chama a atenção, o homem que usa uma roupa civil voltou a ter hoje as melhores perspetivas, o que também vale para o trapalhão de quem se diz ter se destacado por uma covardia especial diante do inimigo; pois qualquer um pode ser herói. Ocorre exatamente o mesmo que nos bailes de máscaras, em que cada pessoa promete para si mesma causar a maior sensação; quando ele termina, porém, ela reconhece que se quisesse ter chamado a atenção deveria ter usado um fraque, pois o nariz postiço era comum a todos.
Karl Kraus
O chiste abraça a realidade e a loucura salta sobre o mundo. Como ainda podemos inventar se atrás de cada carantonha surge um rosto que lhe é igual inclusive na fala? Como podemos exagerar se os factos se transformam em caricatura do exagero? A e B estão em conflito. Diz-se que A praticou um ato ilegal. Porém, visto que por alguma razão não se pode dizer isso em voz alta, o que se diz em voz alta é o seguinte: “O senhor já sabe do ato ilegal que B cometeu mais uma vez?”. Quando se diz isso, não se pensa no facto de B realmente poder tê-lo cometido. Também não se acredita que A, consciente do seu próprio delito, alguma vez pudesse censurá-lo a B, caso este também o tivesse cometido. Não se acredita nisso, pelo menos nesse caso especialmente crítico. Apenas a experiência geral de que algo semelhante por certo já aconteceu, de que se imputou a B aquilo que somente A cometeu, justifica a jocosa confusão: “Imagine só o senhor do que B não é capaz!”. No dia seguinte, publica-se um protesto de A contra o procedimento de B. Este teria cometido exatamente aquele ato ilegal, o pior numa série de crimes semelhantes. Desse modo, o próprio A assume o método parodístico com o qual se atribui a B os pecados de A porque não se tem outra saída. Resta assim apenas a explicação de que ele sentiu remorsos e, na esperança de ser corretamente compreendido, confessou a sua falta sob a forma de uma imputação a B. Caso B realmente tivesse cometido essa falta, A pelo menos deveria perceber a justa compensação e silenciar. O que constitui a comicidade do caso não é a indignação contra aquilo que também se fez, ou que se fez apenas sozinho, mas a exatidão com que A aproveita a distorção intencional empregada pela pessoa cautelosa que precisa dizer B quando se refere à A. Por conseguinte, não se evita apenas dizer a verdade; também se é cauteloso com a mentira, pois ela também é vã e serve no máximo para motivo de farsa.