Citações neste tema
Emoções e Sentimentos
Padre António Vieira
E não há dúvida de que todas as coisas são mais estimadas, e de maior gosto, quando se recuperam depois de perdidas que quando se possuem sem se perderem.
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Padre António Vieira
Há chorar com lágrimas e chorar com riso: chorar com lágrimas é sinal de dor moderada; chorar sem lágrimas é sinal de maior dor; e chorar com riso é sinal de dor suma e excessiva.
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Padre António Vieira
Há chorar com lágrimas e chorar com riso: chorar com lágrimas é sinal de dor moderada; chorar sem lágrimas é sinal de maior dor; e chorar com riso é sinal de dor suma e excessiva.
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Padre António Vieira
O amor pesa-se na balança da paciência: padecer menos é amar menos; padecer mais é amar mais.
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Padre António Vieira
Sucederá à saúde a enfermidade e vós conhecereis o bem que tendes na saúde; sucederá à riqueza a pobreza e necessidade e vós conhecereis o bem que não soubestes estimar na riqueza.
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Padre António Vieira
Tanto ganham de estimação as coisas quando se perdem, e tanto acrescentam de gosto quando se recobram.
47
Padre António Vieira
Tanto ganham de estimação as coisas quando se perdem, e tanto acrescentam de gosto quando se recobram.
47
Padre António Vieira
Há bondades tão benignas que é mais fácil nelas a contrição que nos que as ofenderam o arrependimento.
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Padre António Vieira
Sabeis porque vos querem mal vossos inimigos? Ordinariamente é porque vêem em vós algum bem que eles quiseram ter, e lhes falta. A quem não tem bens ninguém lhe quer mal.
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Padre António Vieira
Entregar o coração com os olhos abertos é querer a vista por prémio do amor: entregar o coração com os olhos fechados é não querer no amor nem o prémio da vista.
46
Padre António Vieira
O ver e o chorar são os dois ofícios dos olhos, mas são ofícios incompatíveis no mesmo tempo: enquanto vêem não podem chorar; e se querem chorar hão-de deixar de ver.
49
Padre António Vieira
O ver e o chorar são os dois ofícios dos olhos, mas são ofícios incompatíveis no mesmo tempo: enquanto vêem não podem chorar; e se querem chorar hão-de deixar de ver.
49
Padre António Vieira
Todos fora felicidade antever: os felizes para a esperança e os infelizes para a cautela.
48
Padre António Vieira
Se todos os bens do mundo são vaidade, como podem ser verdadeiros bens? E, já que lhes concedemos o nome de bens, se todos causam aflição do ânimo, como podem ser bens sem mistura de males?
38
Padre António Vieira
Quem ri atenua e alivia os males; quem chora os crescenta e faz mais sensíveis e pesados; quem ri mostra que são dignos de zombaria; quem chora prova que são dignos de lástima; quem ri por exemplo e por simpatia move a rir; quem chora por exemplo e com razão ensina a chorar; porque, se os meus males são tais que movem a contínuas lágrimas aos outros, quanto mais os devo eu chorar, pois os padeço?
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Padre António Vieira
Quem ri atenua e alivia os males; quem chora os crescenta e faz mais sensíveis e pesados; quem ri mostra que são dignos de zombaria; quem chora prova que são dignos de lástima; quem ri por exemplo e por simpatia move a rir; quem chora por exemplo e com razão ensina a chorar; porque, se os meus males são tais que movem a contínuas lágrimas aos outros, quanto mais os devo eu chorar, pois os padeço?
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Padre António Vieira
O amor acredita-se no supérfluo: quem ama pouco contenta-se com o que basta: quem ama muito contenta-se com o que sobeja; e quem ama mais que muito nem com o que basta nem com o que sobeja se contenta, ainda sobe mais, ainda passa mais adiante.
46
Padre António Vieira
A propriedade da quantidade é poder-se sempre dividir e a propriedade do amor é querer-se sempre dar todo.
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Padre António Vieira
Se um homem está verdadeiramente arrependido, se conhece verdadeira e profundamente as suas culpas, nunca ninguém dirá dele tanto mal que ele se não julgue por muito pior.
46
Padre António Vieira
O amor sempre é amoroso, mas umas vezes é amoroso e unitivo, outras vezes amoroso e forte. Enquanto amoroso e unitivo, ajunta os extremos mais distantes; enquanto amoroso e forte, divide os extremos mais unidos.
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Padre António Vieira
O tempo tira ao amor a novidade, a ausência tira-lhe a comunicação, a ingratidão tira-lhe o motivo.
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