Idioma
Provérbio
Ouro adquirido, sono perdido.
Olhos que não veem, coração que não sente.
O último a rir é o que ri melhor.
Os olhos pedem mais do que a barriga aguenta.
Os amigos são para as ocasiões.
Obra de vilão, deitar pedra e esconder a mão.
O necessário deleita, o desnecessário atormenta.
O fruto proibido é o mais apetecido.
O medo guarda a vinha.
Ninguém toque na ferida quando ainda sangra e está dorida.
Não tornes por detrás, pois é fraqueza desistir-se de coisa começada.
No aperto do perigo, conhece-se o amigo.
Ninguém está bem com a sorte que tem.
Muito riso, pouco siso.
Muito falar, pouco acertar.
Muitos conhecidos, poucos amigos.
Não adianta chorar sobre o leite derramado.
Não há mal que bem não traga.
Não há ausentes sem culpas, nem presentes sem desculpas.
Na necessidade prova-se a amizade.
Na prisão e no hospital, vês quem te quer bem e quem te quer mal.
Não há fome que não dê em fartura.