Citações neste tema
Vida e Existência
Friedrich Nietzsche
Quando adestramos a nossa consciência, ela beija-nos ao mesmo tempo que nos morde.
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Friedrich Nietzsche
A vontade é impotente perante o que está para trás dela. Não poder destruir o tempo, nem a avidez transbordante do tempo, é a angústia mais solitária da vontade.
43
Friedrich Nietzsche
A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.
55
Friedrich Nietzsche
O homem que vê mal vê sempre menos do que aquilo que há para ver; o homem que ouve mal ouve sempre algo mais do que aquilo que há para ouvir.
53
Friedrich Nietzsche
O homem precisa daquilo que em si há de pior se pretende alcançar o que nele existe de melhor.
36
Friedrich Nietzsche
A maturidade do homem consiste em haver reencontrado a seriedade que tinha no jogo quando era criança.
47
Friedrich Nietzsche
O homem é definido como um ser que evolui, como o animal é imaturo por excelência.
27
Friedrich Nietzsche
O homem é definido como um ser que evolui, como o animal é imaturo por excelência.
27
Friedrich Nietzsche
Com a perspectiva segura da morte, uma deliciosa, odorosa gota de leviandade poderia ser mesclada a cada vida — mas vós, estranhas almas de farmacêutico, dela fizestes uma gota de veneno de mau sabor, com que toda a vida se torna repugnante!
42
Friedrich Nietzsche
Falar muito de si mesmo pode ser um jeito de esconder aquilo que realmente se é.
51
Friedrich Nietzsche
A nossa dor advém da distância entre aquilo que somos e aquilo o que idealizamos ser.
62
Friedrich Nietzsche
Nós somos, por amor, grandes infratores da verdade e inveterados ladrões e receptadores, deixando passar por verdade mais do que o que nos parece verdade — por isso o pensador deve, de quando em quando, afugentar as pessoas que ama (não serão exatamente aquelas que o amam), para que mostrem seu ferrão e sua maldade e parem de seduzi-lo. Assim, a bondade do pensador terá a sua lua crescente e a sua lua minguante.
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Friedrich Nietzsche
Assistindo a uma morte, constantemente nos surge um pensamento que reprimimos de imediato, por um falso sentimento de decoro: o de que o ato de morrer não é tão significativo como pretende o respeito geral, e de que provavelmente o moribundo perdeu coisas mais importantes na vida do que o que está para perder. O fim, no caso, certamente não é a meta.
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Friedrich Nietzsche
Assistindo a uma morte, constantemente nos surge um pensamento que reprimimos de imediato, por um falso sentimento de decoro: o de que o ato de morrer não é tão significativo como pretende o respeito geral, e de que provavelmente o moribundo perdeu coisas mais importantes na vida do que o que está para perder. O fim, no caso, certamente não é a meta.
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