Citações neste tema
Sociedade e Mundo
Padre António Vieira
Mais temo eu a Portugal os perigos da opulência que os danos da necessidade.
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Padre António Vieira
Quando os prémios se dão aos que merecem, os mesmos que os murmuram com a boca, os aprovam com o coração.
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Padre António Vieira
Ao povo se há-de sempre acudir com maior cuidado, porque os grandes se armam de sua mesma autoridade e seu mesmo poder os defende.
35
Padre António Vieira
Nos outros reinos, com uma mercê ganha-se um homem; em Portugal, com uma mercê perdem-se muitos.
37
Padre António Vieira
Nos outros reinos, com uma mercê ganha-se um homem; em Portugal, com uma mercê perdem-se muitos.
37
Padre António Vieira
Nós (Portugueses) temos a nossa desunião, a nossa inveja, a nossa presunção, o nosso descuido e a nossa perpétua atenção ao particular.
50
Padre António Vieira
Luzir português entre portugueses, e muito menos luzir com a sua luz, é coisa muito dificultosa na nossa terra.
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Padre António Vieira
Não se fazerem mercês é faltar com o prémio à virtude; fazerem-se é semear benefícios para colher queixas.
37
Padre António Vieira
Não se fazerem mercês é faltar com o prémio à virtude; fazerem-se é semear benefícios para colher queixas.
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Padre António Vieira
Enquanto Portugal teve homens de «havemos de fazer» (que sempre os teve) não tivemos liberdade, não tivemos reino, não tivemos coroa. Mas tanto que tivemos homens de quid facimus (que fazemos), logo tivemos tudo.
73
Padre António Vieira
Enquanto Portugal teve homens de «havemos de fazer» (que sempre os teve) não tivemos liberdade, não tivemos reino, não tivemos coroa. Mas tanto que tivemos homens de quid facimus (que fazemos), logo tivemos tudo.
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Padre António Vieira
Deixarem-se vencer da razão os muitos anos não é muito, mas deixarem-se vencer e convencer os poucos, grande poder da razão!
45
Padre António Vieira
Deixarem-se vencer da razão os muitos anos não é muito, mas deixarem-se vencer e convencer os poucos, grande poder da razão!
45
Padre António Vieira
Vejo a nossa desatenção e o nosso descuido, antes o cuidado que pomos em aumentar inimigos dentro e não conservar amigos fora, nem aplicar os meios com que só se concilia o respeito de uns e a constância dos outros.
15
Padre António Vieira
Os Portugueses não se contentam com se lhes dar o pão partido; há-se-lhes de dar todo o pão, sob pena de não ficarem contentes. Daqui se segue que nunca é possível que o estejam.
49
Padre António Vieira
A herdade do pobre, porque não tem muro que a cerque, sempre estão seus frutos expostos ao comum apetite de todos. As dos ricos, como têm cercas que as defendem, ninguém se atreve a seus frutos, por não lastimar suas mãos com os espinhos.
44
Padre António Vieira
E assim como o mundo se chama mundo, porque é imundo, e a morte se chama Parca, porque a ninguém perdoa, assim a nossa terra se pode chamar Lusitânia, porque a ninguém deixa luzir.
43
Padre António Vieira
Tanto prevalecem na nossa pátria os rumores contra a verdade, e as invenções ou suspeitas de poucos contra o conhecimento e experiência de todos.
38
Padre António Vieira
Porque é timbre da nossa nação, tanto que sai à luz quem pode luzir, tragá-lo logo para que não luza.
39
Padre António Vieira
Porque é timbre da nossa nação, tanto que sai à luz quem pode luzir, tragá-lo logo para que não luza.
39
Padre António Vieira
Se se premeia ao incapaz, é força que estranhe o lugar que lhe não convém, e se se ofende ao benemérito, é ocasião que se queixe da justiça.
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