Sem Nome

A vida que a gente vive é um quadro que se pinta.
Depois da morte, passado o traumatismo
dos primeiros dias, daqueles que se foram,
largam-se os quadros, as longas galerias.
Quando nasci, recebi de Deus, Nosso Senhor,
material para pintar meu quadro.
Não quero julgar de inclemência
mas, por um descuido da Providência,
na palheta de tintas que me deu faltava o verde,
o verde da esperança.

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Comentários (1)

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Gustavo Marques Meirelles
Gustavo Marques Meirelles
2022-06-22

este poema é mais extenso, não possui essa mesma conclusão