Passeio Ao Campo
Meu Amor! Meu Amante! Meu Amigo!
Colhe a hora que passa, hora divina,
Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!
Sinto-me alegre e forte! Sou menina!
Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina...
Pele doirada de alabastro antigo...
Frágeis mãos de madona florentina...
– Vamos correr e rir por entre o trigo! –
Há rendas de gramíneas pelos montes...
Papoilas rubras nos trigais maduros...
Água azulada a cintilar nas fontes...
E à volta, Amor... tornemos, nas alfombras
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras!...
Colhe a hora que passa, hora divina,
Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!
Sinto-me alegre e forte! Sou menina!
Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina...
Pele doirada de alabastro antigo...
Frágeis mãos de madona florentina...
– Vamos correr e rir por entre o trigo! –
Há rendas de gramíneas pelos montes...
Papoilas rubras nos trigais maduros...
Água azulada a cintilar nas fontes...
E à volta, Amor... tornemos, nas alfombras
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras!...
Comentários (1)
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Gabriel
2022-04-19
O poema está incompleto:Meu Amor! meu Amante! Meu amigo!Colhe a hora que passa, hora divina,Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!Sinto-me alegre e forte! Sou menina!Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina…Pele doirada de alabastro antigo…Frágeis mãos de madona florentina…– Vamos correr e rir por entre o trigo! –Há rendas de gramíneas pelos montes…Papoilas rubras nos trigais maduros…Água azulada a cintilar nas fontes…E à volta, Amor… tornemos, nas alfombrasDos caminhos selvagens e escuros,Num astro só as nossas duas sombras!…