13 - Leve, leve, muito leve,
Leve, leve, muito leve,
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo.
(Athena, nº 4, Janeiro de 1925)
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo.
(Athena, nº 4, Janeiro de 1925)
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