Resiste ainda a corda que se esgarça,
Rangendo entre os dois nós que a rematam:
Não fugiu dela a força que disfarça
Este romper de fibras que desatam.
Do nascimento e morte os pólos vejo
Na distorção que mostra a corda ferida,
Contraditório medo, que é desejo
De a conservar assim e ver partida.
1 232 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.