A Façanha da Morte
Sou desconhecido
Um artista
O enredo
E a sua fama
O corte da grama
O empenho e o engenho
Que medra em face
Com a corte da arte
Desconhecida...
Sou desconhecido...
Sou desconhecido...
Um pobre-rico calado
Que canta... canta... canta...
Mas não tem canção
E vive sempre em lágrimas
Com a tragédia da destruição
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