Se vivemos próximos demais a uma pessoa, é como se — Friedrich Nietzsche

Se vivemos próximos demais a uma pessoa, é como se repetidamente tocássemos uma boa gravura com os dedos nus: um dia teremos nas mãos um sujo pedaço de papel, e nada além disso. Também a alma de uma pessoa, ao ser continuamente tocada, acaba por se desgastar; ao menos assim ela nos parece afinal — nunca mais vemos o seu desenho e a sua beleza originais. — Perde-se sempre no relacionamento íntimo demais com mulheres e amigos; às vezes perde-se a pérola da própria vida.
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