O homem vive entre dois “atos-limite” que não são fruto de sua vontade: o nascimento e a morte. Ele fica entre parênteses, aberto do nada. É uma espécie de linguiça existencial, como um sanduíche entre dois pedaços de vazio absoluto

 

33 Visualizações

Comentários (0)

ShareOn Facebook WhatsApp X
Iniciar sessão para publicar um comentário.