O homem vive entre dois “atos-limite” que não são — Leopoldo Marechal

O homem vive entre dois “atos-limite” que não são fruto da sua vontade: o nascimento e a morte. Ele fica entre parênteses, aberto do nada. É uma espécie de linguiça existencial, como uma sandes entre dois pedaços de vazio absoluto
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