Não pode tratar do bem comum quem vive para a oste — Padre António Vieira

Não pode tratar do bem comum quem vive para a ostentação particular. O arado, quando abre a terra para benefício comum de todos, de caminho leva a flor que encontra, como desviando uma flor que nasceu mais para ostentação própria da sua beleza que para proveito comum dos viventes.
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