Durante um prolongado estudo das vidas de vários homens, grandes e pequenos, deparei-me com este pensamento: na teia do mundo podemos bem ser vistos como a urdidura, e os outros como a trama. São os pequenos homens, no fim de contas, que dão fôlego à teia, e os grandes homens, firmeza e solidez: talvez, também, lhe juntem algum tipo de padrão. Mas as tesouras das Moiras determinam a sua largura, e a isso tudo o resto se deve juntar e submeter.