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O MITO DE ZAIDA(princesa moura)A vila dorme longamentee então a genteem jeito de sonho e ilusãoinventa a estóriae conta cada qual sua versãoNo castelo de Alfeizerãocerta noite enluaradadizem todos que lá vãochora ainda uma princesauma mourinha encantada«Mas porque é que ela chora,avozinha? » – pergunta a netae a velhinha analfabetaresponde de ouvir contarDe amor… chora de amorchora de amor verdadeiropor um cristão cavaleiropor quem ela se perdeu«Conte outra vez avozinhagosto tanto dessa estóriaque a sei toda de memória»Ah… queres outra vez que conte:Era ali ao pé da fonteuma vez há muito tempo no castelo de Alfeizerãono castelo uma princesaolhos grandes e brilhantesolhos negros sonhadoresmais altos do que a razãoassim quase semelhantesàs estrelas que há no céuCerto dia ao fim da tardefoi numa tarde de Verãofoi ali no rio Grandeque não era ainda um riosomente um braço de marcanal prolongando a riaentre os outeiros alémera um esteiro da lagoaque naquele tempo haviaas meninas do casteloforam para ali brincarInocentes confiadas seus delicados pezinhos chapinhando a água claratransparente muito azulgentis mourinhas do Sulalegres e descuidadasSobre as águas um salgueirodesleixava os seus cabelosseus lindos cabelos verdesOuvia-se um rouxinolque oculto na fresca sombraao desafio cantavacom outros louvores ao SolEis na curva do caminhogalopando surge o vulto de um cavalo que espumava«Era o cavaleiro cristão!»Era um guerreiro do Nortegodo e loiro muito beloque transportava nos olhossementes de ódio e de mortenum jeito assim disfarçadoQuando o cavaleiro surgiuo Sol se fez um morangoda cor do sangue encarnadoe o céu de luminosoa todas pareceu toldadosó a princesa não viu…«Não tenhas medo donzelaperdi-me quando caçava»quanto mais ele mentiae se aproximava delamais a pobre acreditava«Mas os cristãos eram maus?»– a neta surpreendidaQueriam as terras dos mouros…«Mas como assim avozinha?que cobiça que ambiçãoeu se tenho o meu brinquedonão tiro o do meu irmão»É que em tempos mais antigoslhes pertencera esta terraque a tinham tomado doutrosque também a conquistaramChegavam os invasores… punham tudo a ferro e sanguetempos depois vinham outrosespalhavam novos horroresa terra gritava exangue nua ermada toda em ferida«Ai andavam sempre em guerra»Tem sido assim toda a vidaTornam elas ao casteloem alvoroço a princesaaguardava o namoradomadrugada noite adentroZaida dorme em sono soltoDuas assobiadelasparecia um mocho agoirentona sua triste cançãoera o sinal combinadodormiam as sentinelasCorre Zaira a abrir a portado castelo abre o pesado portãoe o exército cristão passa tudo ao fio da espadaAben-Assan o emirde brancas barbas honradasacorda para a oraçãodo Sol-nascente a Alána torre alta do CorãoE vendo aquela mortandadee o seu castelo perdidonas malhas que a guerra teceadivinha a sua sorte“Antes tudo, antes a morte!”O castelo está perdidoa vida perdeu sentidoantes morrer mas honrados! A filha que ele estremecepor amor tinha traídoo seu povo a sua genteEntão sobem à muralha mais alta que havia láe sobre um duro rochedoque do lado de fora estáos dois tombam abraçadosQuebra-se ao meio o penedo ao peso já da saudadepai e filha contorcidosali pra sempre em gemidoscada qual numa ametadeAinda lá estão agoraas metades separadase em Agosto no Verão quem por lá passe ao luarjulga ouvir no sussurrardo vento a moura encantadaa princesinha que chora no castelo de Alfeizerão
A LENDA de Zaida (princesa moura)A vila dorme longamentee então a genteem jeito de sonho e ilusãoinventa a estóriae conta cada qual sua versãoNo castelo de Alfeizerãocerta noite enluaradadizem todos que lá vãochora ainda uma princesauma mourinha encantada«Mas porque é que ela chora,avozinha? » – pergunta a netae a velhinha analfabetaresponde de ouvir contarDe amor… chora de amorchora de amor verdadeiropor um cristão cavaleiropor quem ela se perdeu«Conte outra vez avozinhagosto tanto dessa estóriaque a sei toda de memória»Ah… queres outra vez que conte:Era ali ao pé da fonteuma vez há muito tempo no castelo de Alfeizerãono castelo uma princesaolhos grandes e brilhantesolhos negros sonhadoresmais altos do que a razãoassim quase semelhantesàs estrelas que há no céuCerto dia ao fim da tardefoi numa tarde de Verãofoi ali no rio Grandeque não era ainda um riosomente um braço de marcanal prolongando a riaentre os outeiros alémera um esteiro da lagoaque naquele tempo haviaas meninas do casteloforam para ali brincarInocentes confiadas seus delicados pezinhos chapinhando a água claratransparente muito azulgentis mourinhas do Sulalegres e descuidadasSobre as águas um salgueirodesleixava os seus cabelosseus lindos cabelos verdesOuvia-se um rouxinolque oculto na fresca sombraao desafio cantavacom outros louvores ao SolEis na curva do caminhogalopando surge o vulto de um cavalo que espumava«Era o cavaleiro cristão!»Era um guerreiro do Nortegodo e loiro muito beloque transportava nos olhossementes de ódio e de mortenum jeito assim disfarçadoQuando o cavaleiro surgiuo Sol se fez um morangoda cor do sangue encarnadoe o céu de luminosoa todas pareceu toldadosó a princesa não viu…«Não tenhas medo donzelaperdi-me quando caçava»quanto mais ele mentiae se aproximava delamais a pobre acreditava«Mas os cristãos eram maus?»– a neta surpreendidaQueriam as terras dos mouros…«Mas como assim avozinha?que cobiça que ambiçãoeu se tenho o meu brinquedonão tiro o do meu irmão»É que em tempos mais antigoslhes pertencera esta terraque a tinham tomado doutrosque também a conquistaramChegavam os invasores… punham tudo a ferro e sanguetempos depois vinham outrosespalhavam novos horroresa terra gritava exangue nua ermada toda em ferida«Ai andavam sempre em guerra»Tem sido assim toda a vidaTornam elas ao casteloem alvoroço a princesaaguardava o namoradomadrugada noite adentroZaida dorme em sono soltoDuas assobiadelasparecia um mocho agoirentona sua triste cançãoera o sinal combinadodormiam as sentinelasCorre Zaira a abrir a portado castelo abre o pesado portãoe o exército cristão passa tudo ao fio da espadaAben-Assan o emirde brancas barbas honradasacorda para a oraçãodo Sol-nascente a Alána torre alta do CorãoE vendo aquela mortandadee o seu castelo perdidonas malhas que a guerra teceadivinha a sua sorte“Antes tudo, antes a morte!”O castelo está perdidoa vida perdeu sentidoantes morrer mas honrados! A filha que ele estremecepor amor tinha traídoo seu povo a sua genteEntão sobem à muralha mais alta que havia láe sobre um duro rochedoque do lado de fora estáos dois tombam abraçadosQuebra-se ao meio o penedo ao peso já da saudadepai e filha contorcidosali pra sempre em gemidoscada qual numa ametadeAinda lá estão agoraas metades separadase em Agosto no Verão quem por lá passe ao luarjulga ouvir no sussurrardo vento a moura encantadaa princesinha que chora no castelo de Alfeizerão
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